1. Nossa! Você está tão estressado! Deixa eu fazer um boquete pra você relaxar.
2. Tem comida demais em casa. Vamos levar só cerveja.
3. Eu acho que você deveria passar a noite com seus amigos…Você merece isso.
4. Que peido incrível! Peida de novo!
5. Eu sei que é apertado aí atrás, mas você tem que tentar de novo…Tenta!!!
6. Pode deixar que eu troco o óleo e calibro os pneus.
7. Vem ver querido… a filha do vizinho está só de calcinha novamente.
8. Não esquenta, deixa que na hora eu engulo.
9. Por que você não esquece essa história de “Dia dos “Namorados” e compra uma coisa pra você?
10. Vamos assinar a Playboy?
11. Gozou? Então dorme que eu me viro sozinha…
12. O pessoal do escritório te ligou do puteiro. É para você ir para lá em 10 minutos.
13. Humm… Esse seu bafo de cachaça ta me deixando com um tesão…
14. Dinheiro? Pra quê? Eu só quero teu amor.. (essa é forte)
quarta-feira, 16 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
COMO SABER SE ELA É LESBICA
1 – Pistas visuais.
Fazendo o contrário do que fui ensinada, estabeleci a máxima de que se pode julgar um livro pela capa. Partindo disso, analisei alguns itens, como roupas, cabelo, acessórios.
Os mais encontrados foram:
A) Pochete: Também conhecido, a partir de agora, como crachá. B) Anel no dedão: para evitar acidentes doloridos que certamente ocorreriam se o anel estivesse no fura-bolo. C) Bermudão: facilmente confundido com qualquer pessoa em um dia com 40 graus de calor, mas indiscutivelmente, sapa que é sapa, tem um bermudão. (10 das entrevistadas).
D) Cabelo curto + unha curta: Essa combinação é infalivelmente sapatão! (2 – Pistas sensoriais.
Nem só pela aparência se julga um livro. Outras pistas me levaram também ao lugar certo.
A) Música. 15 das entrevistadas estavam a cantarolar músicas de Zélia Duncan, Adriana Calcanhoto, Ana Carolina e Maria Bethânia. Não existe coincidência!
B) Leitura: no quesito revistas, qualquer coisa que não seja Marie Claire, Cláudia, Caras e Capricho. Quanto a livros, Fernanda Young, Vange Leonel e Virgínia Woolf.
C) Conversa: praticamente todas as entrevistadas estavam acompanhadas (não necessariamente de outras mulheres). Algumas frases-chave entregaram todo o ouro pra bandida aqui. Entre elas:
“Minhas três gatas, Gal, Bethânia e Simone, estão no cio!”
“Aí eu falei pra ele: a gente vai chegar tarde porque você fica horas se maquiando!”
“É nosso aniversário de namoro hoje. A gente vai sair pra jogação.” (veja bem: Quantos heteros você conhece que usam a expressão “jogação”?)
Outras frases que denotam homossexualidade: “No meu atual namoro…”, “O meu ex relacionamento…”, “Eu namorei uma pessoa…”. Não revelar o sexo do seu atual “relacionamento”, revela que você namora alguém do mesmo sexo.
Fazendo o contrário do que fui ensinada, estabeleci a máxima de que se pode julgar um livro pela capa. Partindo disso, analisei alguns itens, como roupas, cabelo, acessórios.
Os mais encontrados foram:
A) Pochete: Também conhecido, a partir de agora, como crachá. B) Anel no dedão: para evitar acidentes doloridos que certamente ocorreriam se o anel estivesse no fura-bolo. C) Bermudão: facilmente confundido com qualquer pessoa em um dia com 40 graus de calor, mas indiscutivelmente, sapa que é sapa, tem um bermudão. (10 das entrevistadas).
D) Cabelo curto + unha curta: Essa combinação é infalivelmente sapatão! (2 – Pistas sensoriais.
Nem só pela aparência se julga um livro. Outras pistas me levaram também ao lugar certo.
A) Música. 15 das entrevistadas estavam a cantarolar músicas de Zélia Duncan, Adriana Calcanhoto, Ana Carolina e Maria Bethânia. Não existe coincidência!
B) Leitura: no quesito revistas, qualquer coisa que não seja Marie Claire, Cláudia, Caras e Capricho. Quanto a livros, Fernanda Young, Vange Leonel e Virgínia Woolf.
C) Conversa: praticamente todas as entrevistadas estavam acompanhadas (não necessariamente de outras mulheres). Algumas frases-chave entregaram todo o ouro pra bandida aqui. Entre elas:
“Minhas três gatas, Gal, Bethânia e Simone, estão no cio!”
“Aí eu falei pra ele: a gente vai chegar tarde porque você fica horas se maquiando!”
“É nosso aniversário de namoro hoje. A gente vai sair pra jogação.” (veja bem: Quantos heteros você conhece que usam a expressão “jogação”?)
Outras frases que denotam homossexualidade: “No meu atual namoro…”, “O meu ex relacionamento…”, “Eu namorei uma pessoa…”. Não revelar o sexo do seu atual “relacionamento”, revela que você namora alguém do mesmo sexo.
LEI DOS QUADRINHOS--- TOMARA QUE PEGUE...
Uma das maneiras de conquistar maior apoio governamental é através da legislação federal. Desde 2006, tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6581/06 que estabelece mecanismos de incentivo para a produção, publicação e distribuição de revistas em quadrinhos nacionais. Em seu artigo 2o, ele prevê que “as editoras deverão publicar um percentual mínimo de 20% de HQs de origem nacional”. Na prática, os lançamentos seriam graduais – apenas 5% no primeiro ano de vigência da lei, 10% no segundo e assim sucessivamente – levando quatro anos para atingir a cota de 20%. Uma analogia com a chamada “cota de tela” (art. 55 da Medida Provisória 2.228-1 de 06/09/2001) que, na teoria, abre mais espaço para os filmes nacionais nas salas de cinema.
O criador do projeto é o ex-deputado Simplício Mario, do PT do Piauí, e pai do quadrinista Bernardo Aurélio. Como o parlamentar não se elegeu em 2008, o projeto ficou estacionado no congresso nacional. Mas o artista não desiste fácil:
---- Não acompanhei mais a lei. Ficou atropelada por falta de alguém cuidando dela. A ideia que ainda considerei trabalhar foi tirar a obrigatoriedade da publicação por uma troca de incentivos fiscais caso a editora alcançasse a cota, mas não consegui apoio ou estímulo. Com o resultado dessa eleição, posso ver se vou à luta de novo...
Em resumo, ainda temos que nos unir e batalhar mais para engrossar o caldo do pirão.
segunda-feira, 14 de março de 2011
UMA BELA ARTE --- A ILUSTRAÇÃO
Uma outra forma de contar historia e desenhar o que a história quer dizer,e ter um mundo de possibilidade para contar uma mesma história.
E como se fazer quadrinhos.
Mas acho que o trabalho do ilustrador um pouco mas elaborado.
Para mim são artes muitos parecidas.
Se fala muito em ser quadrinhista,é dificil ouvir que quer ser ilustrador.
Olha as obras de arte que achei na net.
Quem sabe é uma ideia para uma nova profissão :
" Estamos no Brasil meu caro vale tudo..."
E é bom ter amente aberta e papel e lápis na mão.
O importade é desenhar.
Passar nossa mensagem.
E como se fazer quadrinhos.
Mas acho que o trabalho do ilustrador um pouco mas elaborado.
Para mim são artes muitos parecidas.
Se fala muito em ser quadrinhista,é dificil ouvir que quer ser ilustrador.
Olha as obras de arte que achei na net.
Quem sabe é uma ideia para uma nova profissão :
" Estamos no Brasil meu caro vale tudo..."
E é bom ter amente aberta e papel e lápis na mão.
O importade é desenhar.
Passar nossa mensagem.
OS DEZ ILUSTRADORES MAS GENIAIS -- DE UMA OLHADA !!!
Nelson Cruz
Ele é um dos poucos artistas plásticos que transita com facilidade entre as literaturas infantil e adulta. Quando ilustra para crianças, esse mineiro consegue remover a malícia de seus personagens sem perder seu estilo. É um mestre no jogo de luz e sombra, como se vê nesta imagem de Moby Dick.

Gonzalo Cárcamo
Tudo é insinuante e sutil no trabalho desse aquarelista chileno que escolheu o Brasil como morada. Esta ilustração foi retirada de Thapa Kunturi, livro que lhe rendeu o prêmio de melhor ilustrador no último salão da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil de 2008.

Kveta Pacovská
As ilustrações dessa tcheca têm cores tão impressionantes que as editoras costumam encomendar tintas especiais para publicar os livros dela. Em literatura infantil, ela já ganhou tudo quando é prêmio importante. Os menos importantes também. Alô, editoras brasileiras: estão esperando o quê para trazer a velhinha pro Brasil?

Lisbeth Zwerger
Outra representante do time de ilustradores com nome complicado, essa austríaca empresta elegância e leveza a todos os seus trabalhos. As faces rubras e o cuidado com as estampas dos tecidos são algumas de suas marcas pessoais. Repare como vão se diluindo as estampas da menina na água. A imagem abaixo, do livro The Strange Child, foi retirada do importado The Art of Lisbeth Zwerger.

Mariana Massarani
Suas menininhas ruivas estão por toda parte: na fachada de uma loja de brinquedos na Vila Madalena, na propaganda de um suco natural e, é claro, nos livros infantis. Ruiva, surfista e zen, essa carioca consegue representar com suas ilustrações a alma das crianças: divertida, descontraída, simples. Esta ilustração faz parte do consagrado Mania de Explicação.

Odilon Moraes
Antes de ser um grande aquarelista, o paulista é uma das mentes mais transgressoras no mercado editorial brasileiro. Tabu não é com ele: já publicou um livro todo preto e branco, outro com ilustrações que parecem rascunhos, histórias tristes, personagens sem feições definidas ou com delicadas expressões (caso desta lua doente de Por Que o Céu Chora). Fique de olho em Rosa, que ele deve lançar pela Cosac Naify ainda neste ano. É uma pérola.

Olga Dujina e Andrej Dugin
Moscas de armadura, elefantes do tamanho de gatinhos, castelos construídos sobre o dorso de vacas, lampiões com cabeças dentro, lesmas que são prolongamentos de folhas, galhos e brotos. Tudo isso é possível no universo surreal desses dois russos malucos. Dê uma olhada nesta imagem de O Alfaiate Valente e ache por conta própria os elementos bizarros. Impossível não lembrar das pinturas dos renascentistas Hieronymus Bosch (1450-1516) ou Pieter Bruegel (1525-1569).

Rébecca Dautremer
Foi uma dureza selecionar apenas uma imagem para representar o trabalho dessa graciosa francesa. Esta princesinha (de Princesas Esquecidas ou Desconhecidas) é um ótimo exemplo do bom uso de texturas, luzes, sombras e composições. Dá vontade de chafurdar na banheira também, não?

Roger Mello
Eis outro desbravador da literatura infantil. Seus projetos sofisticados — Zôo é o mais recente, com texto de Guimarães Rosa — são tão múltiplos quanto seu traço. É como se, a cada livro, surgisse um novo Roger Mello, com escolhas visuais completamente distintas das que optou antes. Este Roger Mello abaixo é o de Griso, O Unicórnio.

Wolf Erlbruch
Desde que o conheci pela primeira vez, nas páginas de A Senhora Méier e o Melro, nunca mais me esqueci desse alemão que parece brincar com as formas. A imagem da mulher que redescobre a vida após encontrar um pequeno corvo no jardim é tão tocante que não tive dúvidas para colocá-la aqui. Para alegria de seus fãs, Cosac Naify e Companhia das Letrinhas vêm publicando os livros dele no Brasil.
Ele é um dos poucos artistas plásticos que transita com facilidade entre as literaturas infantil e adulta. Quando ilustra para crianças, esse mineiro consegue remover a malícia de seus personagens sem perder seu estilo. É um mestre no jogo de luz e sombra, como se vê nesta imagem de Moby Dick.
Gonzalo Cárcamo
Tudo é insinuante e sutil no trabalho desse aquarelista chileno que escolheu o Brasil como morada. Esta ilustração foi retirada de Thapa Kunturi, livro que lhe rendeu o prêmio de melhor ilustrador no último salão da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil de 2008.
Kveta Pacovská
As ilustrações dessa tcheca têm cores tão impressionantes que as editoras costumam encomendar tintas especiais para publicar os livros dela. Em literatura infantil, ela já ganhou tudo quando é prêmio importante. Os menos importantes também. Alô, editoras brasileiras: estão esperando o quê para trazer a velhinha pro Brasil?
Lisbeth Zwerger
Outra representante do time de ilustradores com nome complicado, essa austríaca empresta elegância e leveza a todos os seus trabalhos. As faces rubras e o cuidado com as estampas dos tecidos são algumas de suas marcas pessoais. Repare como vão se diluindo as estampas da menina na água. A imagem abaixo, do livro The Strange Child, foi retirada do importado The Art of Lisbeth Zwerger.
Mariana Massarani
Suas menininhas ruivas estão por toda parte: na fachada de uma loja de brinquedos na Vila Madalena, na propaganda de um suco natural e, é claro, nos livros infantis. Ruiva, surfista e zen, essa carioca consegue representar com suas ilustrações a alma das crianças: divertida, descontraída, simples. Esta ilustração faz parte do consagrado Mania de Explicação.
Odilon Moraes
Antes de ser um grande aquarelista, o paulista é uma das mentes mais transgressoras no mercado editorial brasileiro. Tabu não é com ele: já publicou um livro todo preto e branco, outro com ilustrações que parecem rascunhos, histórias tristes, personagens sem feições definidas ou com delicadas expressões (caso desta lua doente de Por Que o Céu Chora). Fique de olho em Rosa, que ele deve lançar pela Cosac Naify ainda neste ano. É uma pérola.
Olga Dujina e Andrej Dugin
Moscas de armadura, elefantes do tamanho de gatinhos, castelos construídos sobre o dorso de vacas, lampiões com cabeças dentro, lesmas que são prolongamentos de folhas, galhos e brotos. Tudo isso é possível no universo surreal desses dois russos malucos. Dê uma olhada nesta imagem de O Alfaiate Valente e ache por conta própria os elementos bizarros. Impossível não lembrar das pinturas dos renascentistas Hieronymus Bosch (1450-1516) ou Pieter Bruegel (1525-1569).
Rébecca Dautremer
Foi uma dureza selecionar apenas uma imagem para representar o trabalho dessa graciosa francesa. Esta princesinha (de Princesas Esquecidas ou Desconhecidas) é um ótimo exemplo do bom uso de texturas, luzes, sombras e composições. Dá vontade de chafurdar na banheira também, não?
Roger Mello
Eis outro desbravador da literatura infantil. Seus projetos sofisticados — Zôo é o mais recente, com texto de Guimarães Rosa — são tão múltiplos quanto seu traço. É como se, a cada livro, surgisse um novo Roger Mello, com escolhas visuais completamente distintas das que optou antes. Este Roger Mello abaixo é o de Griso, O Unicórnio.
Wolf Erlbruch
Desde que o conheci pela primeira vez, nas páginas de A Senhora Méier e o Melro, nunca mais me esqueci desse alemão que parece brincar com as formas. A imagem da mulher que redescobre a vida após encontrar um pequeno corvo no jardim é tão tocante que não tive dúvidas para colocá-la aqui. Para alegria de seus fãs, Cosac Naify e Companhia das Letrinhas vêm publicando os livros dele no Brasil.
VAMOS LER UM POUCO DE HQ... AFINAL O BLOG É PARA ISTO NE!
sábado, 12 de março de 2011
O HORRO VOLTA NOVAMENTE- PREPARECE.
Vampiros, zumbis, bruxos, lobisomens, assassinos. O horror está de volta às bancas de jornais. A Mythos acaba de lançar "Cripta" (cor, 244 pgs., R$ 48,90), primeiro volume de uma coleção que reúne, em ordem cronológica, as clássicas histórias em quadrinhos de terror publicadas originalmente nas revistas americanas "Eerie" e "Creepy" durante a década de 60.
A edição da Mythos vem com capa mole e preço salgado, mas o miolo é em papel couchê. O volume I compila as cinco primeiras revistas "Eerie" mais as capas originais, coloridas. A série já foi publicada no Brasil, de forma mais simples, nas décadas de 70 e de 90, respectivamente nas revistas "Krypta" e "Cripta do Terror".
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