sábado, 30 de abril de 2011

EDITORA IMAGEM ATACA DE POPAY E SMURFS...SERÁ QUE PEGA.?!

Tentando reconquistar espaço no mercado dos GIBIs a Image divulgou seus novos prjetos para 2011. Saindo da sua tradição de copiar, agora a editora quer "adaptar". E para isso escolheu dois medalhões dos GIBIs e dos desenhos animados: Popeye e Smurfs.

Smurfs Hardcore é a adaptação do desenho animado que passou por aqui nos anos 1980. Nessas novas histórias, que se passam anos após as do desenho, o Papai Smurf morreu e os Smurfs, agora adolescentes, são liderados pelo Smurf Gênio ( Brainy Smurf ). As histórias ficarão a cargo da dupla de novatos Paul Jones e John Richards " Vamos ter muita ação e um grande problema, já que todos são adolescentes e só 1 Smurfete" brincou Jones.

Já os desenhos serão do australiano George Jagger que desenhou Weird Canova Comics ( Dagar Comics ) e Jungle Phantom ( Harley Comics ), as duas publicações autralianas pouco conhecidas fora daquele país.


O outro lançamenteo será Popeye E.X.T.R.E.M.E. que terá desenhos Richard Watts e Stuart Wyman que trabalharam juntos na F. W. Publishing. Paul Jones, que também roteiriza este GIBI falou sobre a história: "Com Popeye nós vamos trazer o pacote todo, incluindo Olivia Palito, Brutus, enfim todos os personagens clássicos, mas adaptados ao século XXI." A grande diferença estará ligada ao espinafre: "Agora Popeye se energizará com qualquer tipo de verdura verde, mas ainda será com o espinafre que ele conseguirá ficar mais forte" concluiu.




As edições nº1 de Smurfs Hardcore e Popeye E.X.T.R.E.M.E. estão programadas para chegarem as bancas ( dos EUA ) em maio.

Se forem GIBIs com o estilo Image ( e parecem ser ) 'isso aí' não vai durar muito tempo não...

CAPACETE DE LER GIBI.( MAS TECNOLOGIA)...



Os quadrinhos acabam de ganhar um novo e poderoso aliado para incentivar a leitura de gibis entre as crianças: o capacete de leitura LEGO.
Desenvolvido pelo designer britânico Jonathan Robson, o aparelho tem alto-falantes embutidos, pelos quais o usuário ouve audiocomics exclusivos para acompanhar as HQs produzidas pelo artista e estreladas pelos bonecos LEGO.
Fazendo a assinatura da revista, o leitor mirim recebe o código de ativação de cada edição, que permite fazer o download do audiocomic diretamente para um pendrive colocado na parte traseira da máquina.
Depois, é só folhear as páginas e ouvir a narração e as falas dos personagens. E ainda é possível avançar ou voltar páginas, acionando dois botões no capacete.
O problema é que tudo isso é um projeto não oficial e, a não ser que a LEGO resolva investir na ideia de Jonathan Robson, a iniciativa não passará do único modelo que Robson construiu e está divulgando na internet.

HQ E RELIGIÃO MISTURA QUE DA CERTO SIM...

por: Pedro de Luna
JB quadrinhos e religião 24-04-10

Meio de fácil assimilação e de comunicação imediata com o público, os quadrinhos tornaram-se, no decorrer dos anos, um poderoso aliado das religiões para a difusão doutrinária. Das 88 edições da Série Sagrada, publicada pela editora Ebal entre 1953 e 1960, ao sucesso da formiguinha Smilinguido, que completa 30 anos em 2010, o tema tornou-se recorrente também em publicações “laicas”, tanto as voltadas para o público infanto-juvenil como para o adulto. Para o professor do Observatório de HQs da USP, Waldomiro Vergueiro, os quadrinhos são um veículo interessante para a transmissão de mensagens religiosas.

Depende de cada autor utilizar o meio de maneira apropriada para atingir seus objetivos em termos religiosos. Mas é claro que as histórias em quadrinhos são uma forma narrativa que não se subordina à religião e por isso podem ser utilizadas de uma maneira que possa desagradar os seguidores de uma ou outra manifestação religiosa – ressalta Vergueiro. – Nem os quadrinhos são apenas diversão e tampouco a religião é somente reflexão. O diálogo entre ambos é perfeitamente factível.

Serie Sagrada Sao Jorge e Sao Judas Tadeu

Um dos maiores nomes do quadrinho nacional, Mauricio de Sousa costuma dizer que a Turma do Penadinho e a personagem Dona Morte ajudam a criança a desmitificar o medo por algo que todos enfrentaremos mais cedo ou mais tarde.

Após publicar uma história na revista da Magali em que ela reencarnava muitos anos depois, o autor declarou que a ideia de reencarnação é recorrente nas mais diversas religiões do mundo, e que o desafio seria apresentála de forma leve e se possível com humor. André Diniz é outro entusiasta do tema. Em seu livro Sete vidas
(Conrad Editora) ele conta em quadrinhos a sua experiência real com a terapia de regressão a vidas passadas.

Fiz questão de deixar o aspecto “fé” o mais distante possível. Apenas reporto como se deram as sessões e o que vi durante elas. Se tudo o que vi foram de fato existências passadas ou se foi fruto do meu inconsciente, não acho que isso faça muita diferença, e até convido o leitor a tirar suas próprias conclusões. Daí, quando essa postura é clara, não acho que isso afaste o leitor mais cético.

Ele acaba de lançar O Quilombo Orum Aiê (Galera Record), desta vez sobre a saga de três escravos e um branco foragido que partem em busca de um quilombo utópico, após a revolta dos escravos malês de 1831.

As religiões são temas riquíssimos, independentemente de fé. Os santos foram gente de carne e osso e muitos com histórias de vida bem interessantes – observa.

Historia da Magali sobre reencarnacao


Recentemente o paulista Laudo Ferreira, em parceria com Omar Viñole, lançou Yeshua (Editora Devir), uma trilogia que procura trazer dentro de uma perspectiva mais próxima a questão do humano e do divino.

O Osho, mestre hindu, dizia que não acreditava que Jesus fosse aquela figura séria ou mesmo melancólica como foi retratado através dos séculos. Para ele, um ser iluminado e divino como foi Jesus era plenamente alegre. Também acredito nisso.

No primeiro volume, o artista focou no nascimento de Jesus e sua iniciação espiritual às margens do Jordão. No segundo, o início de sua pregação, a briga das ideias entre o que ele diz e a forma que as pessoas entendem, bem como a formação dos seus seguidores, Maria Madalena e a convivência com todos eles.

O autor explica que não tem religião, mas fé na vida e nas coisas boas:

O amor tornou-se piegas para muitos com o passar dos tempos, mas ele é sempre o saldo de tudo quando por ele entendemos um caminho de vida.

SMILINGUIDO COMPLETA 30 ANOS

Turma do Smilinguido

Um pequeno personagem de grande sucesso é a formiguinha Smilinguido, criado em 1980 por Márcia D’Haese e Carlos Tadeu Grzybowski. A missão do personagem e sua turma (que manteve uma revista durante seis anos) é propagar mensagens universais como bondade, compreensão, respeito e amor ao próximo.

Desde 1989 seus produtos editoriais são lançados pela Editora Luz e Vida. O diretor de parcerias e projetos, Carlos Eduardo Arent, não acredita que o sucesso comercial – são cerca de 150 produtos com a marca Smilinguido, traduzidos para o espanhol e inglês e exportados para mais de 30 países – entre em atrito com o lado religioso.

Em sua história, os quadrinhos têm a finalidade de passar uma mensagem. Relatar uma passagem histórica e religiosa através das HQs é comunicar aos grupos de interesse – opina Arent.

Na opinião do superintendente da Editora Luz e Vida, Samuel Eberle dos Santos, o desafio é manter a coerência histórica e dar respostas oportunas a novas tendências comportamentais, novas tecnologias e linguagens:

O Smilinguido não se propõe a discutir doutrinas ou tratar temas polêmicos da teologia. Ele é a favor da bondade, da gentileza, do perdão, do amor.

Jogo do Smilinguido lançamento 2010

sexta-feira, 29 de abril de 2011

EDITORA PROTESTANTE LANÇARA HQ....dEUS MAS PERTO DE NÓS...

por: Pedro de Luna
culto pentecostal

Em junho, a Assembléia de Deus completará cem anos no Brasil. Para comemorar a data, uma revista cristã de circulação nacional publicará um especial em quadrinhos com as viagens dos jovens missionários suecos pioneiros do pentecostalismo no Brasil. Com o título “Belém Verde-Amarela”, a HQ foi desenhada por Will Ferreira, com roteiro de Lucas Ricardo, ambos de 28 anos, e editada pela CPAD, a maior editora protestante da América Latina.
trecho da pagina 01

Will Ferreira e Lucas Ricardo

Em tempo, religião e quadrinhos fazem uma mistura poderosa, e às vezes explosiva,

VAMOS MEXERE E TER UMA BARRIGUINHA SARADA GENTE.(SAÚDE)

Qual o homem que nunca desejou ter uma barriga sarada, toda cheia de gominhos? A aparência de “tanquinho”, além de atrair a mulherada, pode ainda ser sinônimo de qualidade de vida, pois fortalece a musculatura da região.
Segundo o educador físico Wilmar dos Santos Villas, o homem é mais agressivo do que a mulher durante o treino, devido a quantidade de testosterona. “É uma questão hormonal mesmo”, comenta. Além de dar um gás durante o treino é esse o hormônio que ajuda na facilidade que o homem tem em ‘definir’ os músculos do corpo. “Com raras exceções, mesmo que um homem e uma mulher tenham exatamente o mesmo treino e a mesma alimentação, é o homem quem define primeiro”.
Os músculos do abdome são exercitados por meio de séries de abdominais repetidas e diferentes. “Toda série de abdominais trabalha os músculos da região abdominal. A diferença é que as séries enfocam músculos diferentes da região, mas sempre trabalhando todos eles”, explica.

Villas recomenda duas séries de 20 repetições de dois tipos diferentes de abdominais para quem está apenas começando, de duas a três vezes por semana. Com o tempo, o ideal é que a dificuldade dos exercícios seja aumentada.
Cuidados durante o treino de abdominais Assim como qualquer outro exercício físico, um médico deve sempre ser consultado antes do início dos treinos. Mas é importante que alguns cuidados sejam sempre tomados. São eles:

- trabalhe sempre respeitando seu nível de aptidão física.
- mantenha uma distância entre o queixo e o peito de, aproximadamente, um punho fechado.
- mantenha os cotovelos afastados um do outro (distância máxima que você, com o perto aberto, conseguir).
- mantenha a região baixa das costas sempre no chão.
- evite movimentos muito rápidos. O ideal é que você mantenha um ritmo de moderado a lento.
- começe os exercícios sem carga e vá acrescentando conforme for adquirindo resistência.
- respire sempre de forma adequada: expire na fase de subida e inspire na fase de descida.
Com as pernas flexionadas, pés no solo ligeiramente afastados, mãos apoiadas no meio da nuca e os cotovelos abertos apoiados na nuca, eleve o tronco. Faça 2 séries com 20 repetições.
Levante seu tronco o máximo que conseguir (limite de 45 graus), sem retirar a parte baixa da coluna do chão. Faça o movimento de volta.
Deite-se com as costas apoiadas no chão e cruze uma perna sobre outra .
Faça uma rotação de tronco na direção do joelho que está cruzado. Execute o mesmo movimento de volta. Após terminada a série, inverta a posição. Faça 2 séries com 20 repetições.
Separe um peso e coloque-o atrás da cabeça. Deite-se no chão com as pernas dobradas.
Apóie o peso na cabeça, segurando-o com as duas mãos.
Eleve o tronco na direção das pernas. Cuidado, a força deve ser feita na barriga, não no pescoço. Faça 2 séries com 20 repetições.
Eleve as duas pernas e o tronco, com o corpo ligeiramente inclinado. Coloque o braço oposto atrás da cabeça.
Eleve o tronco de forma que ele vá em direção aos seus joelhos. Retorne para a posição inicial. Faça 2 séries com 20 repetições
Deite de lado com o tronco elevado e apoiado no ante-braço. Cuidado para não posicionar uma perna sobre a outra.
Eleve o quadril e o corpo do chão. Concentre a força no abdome, não no braço apoiado no chão. Volte à posição inicial. Faça 2 séries com 20 repetições.




Escrito por Andy às 23h04

LIVRO //JEANNIE OUT OF THE BOTTLE//....

Com o título de “Jeannie Out of the Bottle” o livro foi lançado este mês pela Crown Archetype.
O texto foi escrito em parceria com Wendy Leigh, autora de obras biográficas de outras celebridades, como Patrick Swayze e Grace Kelly.
Em 288 páginas, Barbara fala sobre sua infância, passando pela adolescência, quando iniciou sua carreira de cantora, chegando à sua vida adulta.
Um dos pontos altos do livro são as informações de bastidores de produção da série “Jeannie é um Gênio”.
O trabalho de Barbara era conhecido por Sidney Sheldon, autor da série, que a convidou para um lanche. Após uma longa conversa, ela foi escolhida para o papel de Jeannie. Nessa época, ela estava filmando uma participação especial em um episódio de duas partes da série “Rawhide”. Assim, quando Sheldon pediu que ela fizesse uma cena com Larry Hagman para ver se os dois combinavam, Barbara sugeriu que a leitura do texto fosse feita em seu camarim de “Rawhide”, durante os intervalos de gravação.
A atriz comenta que a primeira temporada de “Jeannie é um Gênio” foi produzida em 1965, ano em que a maioria das séries já estava sendo filmada em cores. Mas a Screem Gems não queria gastar 400 dólares a mais por episódio para uma produção em cores. Segundo Barbara, Sheldon chegou a se oferecer para pagar o valor extra de seu próprio bolso, mas o estúdio recusou. Assim, a temporada foi filmada em preto e branco.
Descrevendo Larry Hagman como temperamental, Barbara revela que o ator, muitas vezes, não gostava dos roteiros oferecidos e, por isso, improvisava sempre que possível. Isto enfurecia os diretores, em especial Gene Nelson, que se tornou ‘inimigo’ do ator quando trabalharam juntos no episódio piloto.
Acreditando que a série se tornaria um grande sucesso tão logo estreasse, Hagman tentou, desde o primeiro dia, controlar a produção. Eventualmente, sua postura fez surgir alguns conflitos entre os dois. A postura de Hagman também criou animosidades entre o ator e a equipe técnica que constantemente perdia a paciência com ele, sabotando-o e humilhando-o sempre que possível.
Em seu livro, Barbara também fala sobre Elvis Presley, Lucille Ball, Groucho Marx, Clint Eastwood, Paul Newman, Fred Astaire e Warren Beatty, alguns dos atores com quem trabalhou.
No campo pessoal, ela comenta seu casamento com o ator Michael Ansara e sua dificuldade em engravidar, que resultou em um aborto involuntário e um bebê natimorto. Barbara teve apenas um filho, Matthew Ansara, que morreu em 2001, vítima de overdose, dias antes de seu casamento.
No vídeo abaixo, Barbara divulga seu livro, comentando como conheceu Marilyn Monroe:

quinta-feira, 28 de abril de 2011

SAIBA MAS SOBRE OS FILHOS DE WOLVERINE...

Escrito por Vini
Recentemente a Marvel vem publicando uma série na qual os protagonistas possuem garras afiadas, muito sangue nos olhos e partilham de parte do DNA do baixinho mais invocado da “Casa das Ideias”. Sim, estou falando dos “filhotes” de Wolverine: Daken e sua versão feminina, a garota denominada X-23.
Escrita por Marjorie Liu (X-23) e Daniel Way (Deadpool e Astonishing X-Men), o arco “Colisão” mostra um embate entre os dois personagens em Madripoor. O filho do Wolverine planeja agora conquistar o espaço outrora ocupado pelo seu pai na época em que este era conhecido como Caolho e dominava o submundo do crime na ilha e ainda lutava contra as hordas de sua ex-esposa Víbora.
A capa da edição que trás o prelúdio do arco, aliás, Daken: Dark Wolverine nº 7, faz uma menção direta à primeira edição da série mensal de Logan lançada nos EUA em 1988 (no Brasil, Wolverine nº 2,editora Abril, 1992), uma clássica capa daquela fase da vida do mutante canadense. Na capa atual vemos Daken em cima de uma pilha de corpos de inimigos, entre eles Sanguinário e Baderna, vilões que atormentavam Wolverine naquela época.

A trama será essa: Daken como o novo “bad-ass” do pedaço, dominando tudo como o intocável rei do submundo e o papel de X-23 na série é, com certeza, atrapalhar os planos do “irmão” fazendo oposição ao seu domínio. O arco terá um prelúdio em Daken: Dark Wolverine nº 7, lançado nos EUA em março, e se estenderá por 4 capítulos através das séries Daken: Dark Wolverine e X-23.
“Colisão” será desenhada pelos artistas Marco Chechetto e Stegman Ryan e promete mudar o futuro da prole de Wolverine. Apesar de, na verdade, X-23 ser um clone de Wolverine, Logan considera Laura como sendo sua filha e esse momento é até mostrado na 2ª edição da série da guria com garras de vibranium. E esse modelo de relacionamento entre os dois certamente será utilizado, apesar dos contratempos mostrados no arco “Wolverine Goes to Hell”. A escritora Liu pensa em explorar mais essa relação com Wolverine tendo o dobro de cuidado com sua filha em relação a sua sidekick Jubileu.
Espero que a série chegue por aqui. Parece-me que a história é bem feita e qualquer coisa que mude um pouco o status quo desses dois personagens merece ser analisado. Sempre achei uma grande besteira não a criação destes personagens, mas sim a editora continuar a desenvolvê-los em sua linha normal de revistas.
Na minha opinião, esse tipo de personagem funciona bem apenas em minisséries sem maiores pretensões. Até porque duas coisas incomodam a mim e tenho certeza, não só outros leitores como os próprios desenhistas que trabalham com esses personagens, as garras “estrategicamente” mal elaboradas que criaram para os dois. Pra quem não sabe, Daken possui uma garra que sai do pulso e X-23 uma garra que sai entre os dedos do pé. Percebi que muitos desenhistas já aboliram esses recursos de seus desenhos.

Outra coisa que incomoda é que “bundalizaram” tanto o Wolverine que agora, seu filho Daken é que é o sociopata que pode ser um assassino frio e impiedoso.
O ponto positivo da série é que mudaram de forma bastante positiva o uniforme dele. É um misto do clássico uniforme do pai com elementos ninjas. Talvez esse distanciamento de imagem, que estão recentemente apresentando, possa ajudar a remodelar o personagem e tentar definitivamente posicioná-lo melhor no Universo Marvel.