quinta-feira, 14 de abril de 2011

DO PLANETA DOS MACACOS AOS QUILOMBOS DO BRASIL...eM QUADRINHOS...


cENA DO FILME CLASSICO.
A editora Boom Studios vai publicar uma nova série mensal em quadrinhos baseada em Planeta dos Macacos. A história se passará antes dos acontecimentos do primeiro filme, de 1968.
Os roteiros serão do romancista Daryl Gregory, com arte de Carlos Magno e capas de Magno, Karl Richardson e Chad Hardin. A história começa em 2680, antes do Coronel George Taylor (Charlton Heston) chegar ao planeta em 3954. Veja um preview ao final desta notícia.
Na trama, ambas as espécies viveram em harmonia por 600 anos após uma guerra nuclear e os macacos chegaram a uma era de tecnologia a vapor. Os humanos não são seus escravos, ainda. Que nova guerra fez aquela sociedade regredir novamente à era agrária que Taylor encontra quando chega é uma das respostas possíveis que o autor pretende buscar( vi algumas paginas do gibi,melhor que a capa posso dizer de carterianha,tomara que esta revista chegue por aqui)

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A Dark Horse Comics anunciou seus planos para as revistas do universo de Buffy - A Caça-Vampiros, que até pouco tempo atrás estavam com a IDW Publishing.
Já a nova série de Angel, a ser lançada em agosto, será chamada Angel and Faith, e terá ambientação no Reino Unido. O time criativo será formado por Christos Gage, Rebekah Isaacs e as capas serão de Steve Morris. Entre os personagens que reaparecerão estão Giles e Willow. Segunda a Dark Horse, a série "abrirá caminho" para a Nona Temporada de Buffy.
Ambas as revistas terão inicialmente 25 números.
Em outra notícia sobre o "Whedonverse", a série em quadrinhos Dollhouse continuará a partir da edição fechada que saiu na semana passada. Ela se desenvolverá em uma minissérie em cinco partes escrita por Jed Whedon (um dos irmãos de Joss). Cada edição terá capa de um artista diferente. O lançamento acontece em julho, nos EUA.
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A editora Record, que no ano passado anunciou que iniciaria mais investimentos na área de quadrinhos, divulgou as capas de dois projetos que lançará em breve.
Um deles ainda não havia sido anunciado oficialmente: O Quilombo Orum Aiê, do quadrinista brasileira André Diniz (7 Vidas, Conflito de Canudos). A descrição da editora:
"Capivara é o apelido de um menino escravo que cresceu ouvindo falar de um quilombo idílico, onde não há guerra, fome nem doenças, e todos vivem em paz com a natureza. Após uma perigosa revolta de escravos em Salvador, ele resolve que esta é a hora de tentar achar o mítico Quilombo Orum Aiê e finalmente reencontrar seu pai. A revolta dos Malês é retratada por André Diniz em quadrinhos."
O outro projeto já estava nos planos da Record desde que anunciou a linha de quadrinhos: o álbum francês Kiki de Montparnasse, de Catel (ou Catherine Müller) e José-Louis Bocquet, premiado no Festival de Angoulême de 2008. É a biografia da modelo, atriz, pintora e musa de vários artistas da Paris na primeira metade do século 20.
Entre os outros livros previstos pela editora para breve estão O Príncipe da Pérsia (versão para os quadrinhos do famoso game e futuro filme), Como Obelix Caiu no Caldeirão do Druida Quando Era Pequeno (edição recolorida do clássico álbum de Asterix) e 90 Livros Clássicos para Apressadinhos, no qual o quadrinista Henrik Lange resume a literatura clássica em tiras de quatro quadros

QUEM NÃO CONHECE TEM QUE CONHECER:MIGUEL paiva CARTUNISTA BRASILEIRO...

Miguel Paiva (Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 1950) é um cartunista, diretor de arte, escritor,autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteiristae comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro


Começou a escrever aos dezesseis anos, para o Jornal dos Sports. Trabalhou no seminal jornal de humor carioca O Pasquim. Publicou inúmeros livros, tanto no Brasil quanto no exterior, como As memórias de Casanova e livros de História do Brasil. Escreveu musicais em parceria com Zé Rodrix e fez vários cenários e figurinos para o teatro
 Publicou cinco livros em parceria com Luís Fernando Veríssimo, sobre as aventuras do detetive Ed Mort; com a personagem Radical Chic, publicou Radical Chic (vol. I e II), Almanaque da Radical Chic e o Livro de pensamentos da Radical Chic; com o personagem Gatão de Meia Idade publicou os livros Gatão de Meia- Idade (vol. I e II), e Cama de gato (Histórias de cama do Gatão de Meia-Idade). É também autor dos personagens Chiquinha, publicado em O Globo, e Bebel, a Top Top Model, publicado na revista Contigo. Miguel publicou ainda o livro Sentimento masculino

A Radical foi criada em 1982, sendo publicada na última página da revista 'Domingo' do Jornal do Brasil. onde ficou até novembro de 1996. Após, passou a ser publicada no caderno 'Ela' e depois no caderno 'Rio Show' do jornal O Globo.
Foi publicada também, durante quatro anos, no jornal Folha de São Paulo e, atualmente, é publicada no 'Caderno de TV' do jornal O Estado de S. Paulo, no jornal O Povo de Fortaleza e mensalmente na revista Nova.
A Radical também aparece nas tevês do Brasil, em vinhetas da Rede Globo, e já foi estrela de um programa em 1993, na mesma TV Globo, onde era interpretada pela atriz Andréa Beltrão.
Existem quatro livros da Radical editados no Brasil, sendo que os dois primeiros foram editados pela L&PM, um pela Editora Record[e, o último, pela Editora Objetiva

O Gatão começou a ser publicado em 1994, como tira diária no Jornal do Brasil, até passar para as paginas O Globo, com a Radical. É também publicado no Estado de São Paulo, e eventualmente, ocupa pequeno espaço na página da Radical Chic.
Sobre o personagem Gatão já foram editados três livros pela Editora Objetiva e, em 2006, foi lançado o filme Gatão de meia idade, dirigido por Antônio Carlos da Fontoura e com Alexandre Borges no papel principal.





quarta-feira, 13 de abril de 2011

VAMOS LER UM POUCO...TEM BONS LIVROS...

Vamos ler um pouco...

vI NA LIVRARIA BEM LEGAL.

aMEIA AS CAPAS
 Despertar - Crónicas Vampíricas I
Em Fell Church, uma cidade pacata em West Virginia, a rapariga mais popular do liceu Robert E. Lee apaixona-se por um vampiro com quatrocentos anos. Com a ajuda das amigas, Meredith e Bonnie, Elena fará tudo para seduzir Stefan. E Stefan fará tudo para proteger Elena… de si próprio. O adolescente de olhos verdes, rosto clássico e trato delicado esconde um passado sombrio e uma sede que não consegue controlar. Com ele, arrasta a memória de um amor perdido e um irmão que apenas deseja vingança. Em Florença, no Renascimento, Stefan e Damon Salvatore lutaram pelo amor da mesma mulher. Séculos mais tarde, voltarão a fazê-lo. DESPERTAR é a introdução a um triângulo amoroso arrepiante: a história de dois irmãos vampiros que se odeiam e de uma rapariga que se vê dividida entre os dois.








Conflito - Crónicas Vampíricas II
Elena descobre que, mais perigoso do que amar um vampiro, é ser desejada por dois. Damon persegue-a, procurando aliciá-la com promessas de poder e vida eterna. Stefan tenta desesperadamente protegê-la do irmão. E Elena acaba por partilhar o seu sangue com os dois vampiros. O CONFLITO entre irmãos reacende-se. Enquanto Elena se deixa consumir pela dúvida e a tentação de escolher um dos irmãos, Stefan percebe que a única maneira de salvá-la das garras de Damon é quebrar o seu voto e voltar a provar sangue humano. Que irmão escolherá Elena?





Fúria - Crónicas Vampíricas III
O que Elena mais temia e desejava aconteceu: o seu corpo foi descoberto no rio, sem vida, e ela renasce para partilhar o destino dos dois irmãos. Agora, Elena pertence a Damon e ao seu mundo. A cidade chora a sua morte enquanto ela assombra o velho bosque, à noite. Ainda dividida entre os dois irmãos e inexperiente na sua nova pele, Elena terá de escapar à perseguição de um caçador de vampiros e procurar a origem de um poder terrível que se apoderou de Fell Church e ameaça destruir todos aqueles que ela ama. Nesta derradeira batalha, Elena sabe que tem de fazer tudo para voltar a unir Stefan e Damon. Será capaz de sacrificar-se a si própria?





Reunião Sangrenta - Crónicas Vampíricas IV
Afastada do mundo terreno, Elena tenta avisar todos os seus amigos que Fell Church caiu nas garras de um predador implacável e que todos estão em perigo. Com a ajuda de Matt, Bonnie e Meredith conseguem convocar Stefan e Damon para combaterem o mal que se abateu sobre a cidade. Quando a batalha ameaça a vida de Stefan, Elena abandona o mundo dos espíritos e tenta inverter a tragédia. Será que Damon está mesmo do lado deles?











Damon o Regresso - Crónicas Vampíricas V : Trilogia O Regresso I

Elena Gilbert está viva - de novo. Quando se sacrificou para salvar os dois irmãos vampiros que a amavam, Elena foi condenada a um destino para lá da morte. Até uma poderosa força sobrenatural a puxar de volta. Agora, Elena não é apenas humana. Possui dons e poderes que lhe foram atribuídos no além. Mais ainda: o seu sangue pulsa com uma força única e esmagadora que a torna irresistível a qualquer vampiro. Stefan quer descobrir uma maneira de manter Elena a salvo para poderem ter uma vida juntos. Damon, porém, é movido por um insaciável desejo de poder e quer que Elena reine como sua princesa. Quando Stefan é atrído para longe de Fell Church, Damon aproveita a oportunidade para convencer Elena de que ele é o irmão com quem ela está destinada a ficar. Mas as trevas apoderaram-se da cidade e Damon, o eterno caçador, vê-se convertido em presa. A presa de uma criatura malévola que pode possuí-lo quando quer e que deseja não só o sangue de Elena como a sua morte.


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NADA É PARA SEMPRE- (PSICOGRAFADO) MAURICIO DE CASTRO

Clotilde morava em uma favela. Sua vida pelas ruas a esmolar trocados e comida para alimentar o pequeno Daniel a enchia de revolta e desespero. O desprezo da sociedade causava-lhe ódio.Mas, apesar de sua condição miserável, sua beleza chamou a atenção de madame Aurélia, dona da Mansão de Higienópolis, uma casa de luxo em São Paulo que recebia clientes selecionados com todo o sigilo. Clotilde torna-se Isabela e começa então sua longa trilha em busca de dinheiro e ascensão social. O objetivo é conquistar o senador Humberto. O atraente político se encontrava na Mansão certa noite, levado por seus amigos, que queriam lhe oferecer um ?presente?. Ele não resistirá aos encantos da jovem acompanhante. No plano espiritual, densas articulações comandadas pelo espírito Romário irão levar dor e sofrimento a todos em um plano meticulosamente elaborado. Sairá ele vitorioso? Conseguirá manipular Isabela até chegar ao fim de sua vingança?

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terça-feira, 12 de abril de 2011

ATORES CONTRA HOMOFOBIA

As polêmicas declarações do deputado federal Jair Bolsonaro sobre negros e homossexuais reacendem o debate da luta contra a homofobia. O tema ganhará destaque nas próximas semanas de “Insensato coração”, e atores da trama posaram apoiando o movimento, que aguarda na Câmara a aprovação do projeto que criminaliza o preconceito contra homossexuais.

Paola Oliveira responsabiliza a educação machista nas escolas pela intolerância. “É o homem que tem que ser rico, abrir a porta do carro e pagar a conta do restaurante. Por que? O certo é a mulher ir em busca da sua riqueza. Tudo que acontece de ruim, seja a violência ou a falta de respeito em relação à sexualidade, vem da falta de educação”, diz.
Paola Oliveira responsabiliza a educação machista nas escolas pela intolerância "O mundo não tolera mais esse tipo de preconceito", opina Tainá Müller "Vivemos num país cristão. Há uma frase na bíblia que diz: 'Não julgueis para não serdes julgados", lembra Eriberto Leão"Antes da escola, da rua, começa a educação em casa. Não dá para jogar a culpa nos amigos. Os pais é que constroem o caráter dos filhos", diz Rodrigo Andradde "É impossível acreditar que esse tipo de preconceito ainda exista", diz Ricardo Pereira

Fonte: Extra

segunda-feira, 11 de abril de 2011

DA MINISSÉRIE TITANIC E MUITO MAIS...

MINISSèRIE TITANIC...

A minissérie, que será produzida para marcar o centenário do naufrágio do transatlântico, já tem elenco definido. Escrita por Julian Fellowes, de “Downton Abbey”, a produção é da Deep Indigo Productions, com filmagens na Hungria.
Geraldine Somerville (da série “Cracker” e a mãe de Harry Potter) e Linus Roache (de “Lei e Ordem”) lideram o elenco também composto por Celia Imrie, Toby Jones, Perdita Weeks, Lee Ross, Jenna-Louise Coleman,  Sophie Winkleman  Stephen Waddington, David Calder, James Wilby, Antonio Margo, Dragos Bucur, Stephen Cambell Moore, Noah Reid, Lyndsey Marshal, Mark Lewis Jones, Ruth Bradley, Peter McDonald e Sylvestrale Touzel.
A história apresentará a relação entre os passageiros de diferentes classes sociais e opiniões, que enfrentam o mesmo destino. “Titanic” será oferecida como uma produção com dois episódios de 90 minutos ou quatro episódios de 60 minutos. A previsão de estreia é para abril de 2012, pelo canal ITV da Inglaterra.
Esta não é a única minissérie prevista para o centenário do naufrágio. “Titanic: The Untold Story of How it All Began”, está em fase de produção na Itália, pela DeAngelis Group em parceria com a RAI, The Fremantle Corporation, do Canadá, Future Films, da Inglaterra, Play Productions, da França, The Irish Film Authority, da Irlanda, e a Wilshire Films, dos EUA.
Escrita por Fabrizio Del Noce, a história em 12 episódios será um prelúdio para a viagem do Titanic. Situada em 1897, a minissérie narrará os fatos que deram início à construção do navio.
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William Moulton Marston, um conhecido psicólogo americano, era um ávido leitor de HQ, mas também um de seus maiores críticos. Marston, professor de psicologia da Columbia University, autor de livros, colaborador da revista Reader’s Digest e palestrante, foi o inventor de um teste de pressão sanguínea que se tornaria um dos componentes para o polígrafo (detector de mentiras).
Marston também era defensor do feminismo. Através de seus textos publicados, ele dava conselhos a mulheres e apresentava seu ponto de vista a respeito do casamento, da obediência ao homem e da posição da mulher na sociedade. Para ele, uma mulher deveria ocupar o cargo de Presidente da República. Como psicólogo, Marston atacou o universo dos super-heróis dos quadrinhos, acusando-o de machista por não dar às mulheres personagens com os quais poderiam identificar-se. Em sua opinião, as meninas não desejavam ser meninas porque não existiam personagens femininas fortes e carismáticas, apenas mulheres que apareciam para atrapalhar o herói ou criar situações nas quais eles poderiam mostrar sua superioridade.
Ellie Wood Walker
As críticas de Marston chamaram a atenção da DC Comics, que o convidou a assessorar seus roteiristas, oferecendo-lhes o ponto de vista psicológico dos personagens e como deveriam ser passados para o público adolescente.
Nesta sua função, ele recebia os textos e fazia observações a respeito de mudanças que deveriam ser feitas nos personagens ou mesmo nas histórias. Com o tempo, ele foi convidado a criar um super-herói que refletisse suas teorias.
Assim surgiu a Mulher-Maravilha, que Marston criou utilizando o nome de Charles Moulton. Fisicamente bonita, feminina, extremamente inteligente e com a força de muitos homens, a personagem, que surgiu em um universo masculino, utilizava roupas provocantes (para a época).
Vivendo situações que atraíam o interesse masculino, entre elas, a de ser presa e amarrada, ficando à mercê de seus opressores, a Mulher-Maravilha sempre dava a volta por cima. Para as mulheres, as situações representavam a idéia de que era possível libertar-se de suas ‘amarras da sociedade masculina’.
Estudioso da cultura grego-romana, Marston criou um universo para sua personagem que remonta a esta cultura. Batizada de Diana, a personagem era uma amazona que vivia na Ilha Paraíso (também conhecida com Themyscira ou Temiscira), localizada no Triângulo das Bermudas.
Cathy Lee Crosby
A Mulher-Maravilha fez sua estréia nos quadrinhos no dia 8 de dezembro de 1941, ganhando uma edição própria em 1942. Nessa época, os EUA estavam entrando na 2ª Guerra Mundial, o que levou os meios de comunicação americanos, sem exceção, a serem convocados para atuarem em favor dos aliados e contra o nazismo. Assim, as histórias da heroína foram situadas no mesmo período.
Na Ilha Paraíso, as amazonas são seres imortais, nascidas de moldes de barro, vivendo por conta própria, sem a necessidade da presença do homem. Um dia, um acidente aéreo leva o piloto do avião, Major Steve Trevor, a ser socorrido por elas. Diana, filha da Rainha Hipólita, é a escolhida para levá-lo de volta aos EUA, onde deverá permanecer para ajudá-los a derrotar o nazismo.
Utilizando a bandeira americana encontrada no avião, as amazonas fabricam o uniforme da Mulher-Maravilha. Entre os acessórios, o laço da verdade (em referência ao detector de mentiras criado por Marston); braceletes feito de um material existente apenas na Ilha, capazes de repelir balas ou qualquer outro tipo de munição; e uma tiara, através da qual poderia se comunicar com a Ilha (a tiara também servia de bumerangue). Seu meio de transporte era um avião invisível, controlado pela mente.
Richard Eastham como o General Phil Blankenship
Além dos nazistas, algumas vezes representados pela Baronesa Paula Von Guther, a Mulher-Maravilha também enfrentava super-vilões, como Cheeta, Mulher-Leopardo, Giganta e, é claro, Marte, o Deus da Guerra, que desejava destruir as amazonas, amantes da paz, para continuar a instigar os homens à guerra.
Após a morte de Marston em 1947, a personagem nos quadrinhos continuou vivendo suas aventuras, chegando à década de 1960, quando surgiu a Garota-Maravilha, Donna Troy, uma órfã salva pela heroína. Através de um raio, Diana lhe dá super-poderes, tornando-a sua auxiliar no combate ao mau. Nesse período também surgiu I-Ching, um chinês mestre das artes marciais que se torna amigo de Diana.
Na década de 1970, a personagem foi atacada por outro psicólogo, Frederic Wertham, que a acusava de ser lésbica. Para ele, qualquer mulher que defendesse o feminismo só poderia ser homossexual. Assim, a personagem reduziu seu discurso feminista e passou a idolatrar o Major Steve Trevor.
O próximo passo da personagem foi adentrar o mundo da televisão. A primeira tentativa ocorreu na década de 1960, quando um piloto de cinco minutos chegou a ser produzido pelos mesmos responsáveis por “Batman”. Seguindo a mesma linha cômica, o primeiro roteiro foi escrito por Stan Hart e Larry Siegel, da revista Mad, o qual foi reescrito por Stanley Ralph Ross, da série “Batman”.
Na história, Diana vivia nos EUA em um pequeno apartamento, junto com sua mãe, Hipólita, que estava decepcionada com a filha por ela ainda ser solteira e ficar perdendo tempo em salvar o mundo. Diana, por sua vez, era uma jovem sem graça, como um patinho feio, que se transformava na Mulher-Maravilha. Quando se olhava no espelho, se via linda e maravilhosa. A personagem era interpretada por Ellie Wood Wallas e seu reflexo no espelho era Linda Harrison. Confiram o vídeo abaixo.
O enredo foi considerado medíocre e a série não chegou a ser produzida; a personagem teria uma nova chance na década de 1970. Depois de fazer sua estréia nas séries animadas “Superman-Aquaman Hour Adventure”, de 1967, e em “Os Superamigos”, de 1973, a Warner Brothers, que comprara os direitos de adaptação, deu início ao desenvolvimento de um telefilme com a Mulher-Maravilha.
Lynda Carter como Diana Prince
A idéia de Douglas S. Cramer, responsável pelo projeto, era trazer a personagem para o tempo presente, no qual ela seria uma aliada da CIA. O telefilme estreou em 1974, com Cathy Lee Crosby no papel título.
Sendo loira, vestindo um uniforme diferente e sem superpoderes, a personagem não retratava o universo popularizado pelos quadrinhos. A produção foi atacada pela crítica e pelos fãs, levando os responsáveis a reformularem o projeto, tornando-o mais fiel ao original.
Assim surgiu outro telefilme, com Lynda Carter no papel título. Inexperiente, a atriz, que tinha sido testada para o telefilme anterior, precisou enfrentar a resistência da rede ABC que queria Joanna Cassidy (240-Robert e A Sete Palmos) no papel principal.
Por curiosidade, entre as atrizes que fizeram testes para o projeto estão Suzanne Sommers (Step By Step), Rachel Welch, Lindsay Wagner (A Mulher Biônica), e aquelas que ficariam conhecidas como as panterinhas do Charlie: Kate Jackson, Farrah Fawcett, Cheryl Ladd e Jaclyn Smith.
No papel do Major Steve Trevor, o produtor Douglas S. Cramer contratou Lyle Waggoner, que já tinha feito testes para estrelar a série “Batman”.
Lyle Waggoner como Steve Trevor
Na história, a personagem passou por algumas mudanças, em função de orçamento e desenvolvimento criativo. Para se transformar na Mulher-Maravilha, Diana dá uma espécie de pirueta, fazendo surgir um clarão. Nos quadrinhos, a mudança é feita em alta-velocidade.
A personagem também adquiriu os poderes de mudar de voz e se comunicar com os animais. Para aprisioná-la, ao invés de unir seus braceletes, os bandidos teriam que retirá-los.
O telefilme foi um sucesso levando a ABC a produzir um outro, que mais tarde seria dividido em duas partes, apresentados como os dois primeiros episódios da série produzida entre 1975 e 1979 (já lançada em DVD no Brasil).
Lynda Carter como a Mulher-Maravilha
A série somente foi aprovada pela ABC quando as redes CBS e NBC demonstraram interesse em produzi-la. Após a primeira temporada, que retratou o universo criado nos quadrinhos, a série foi cancelada. Resgatada pela CBS, a segunda temporada foi produzida levando a personagem para o tempo presente.
Com o título de “As Novas Aventuras da Mulher-Maravilha”, a personagem foi transformada em uma espécie de “As Panteras”.Entre as mudanças, Steve Trevor teve uma participação reduzida, a Ilha Paraíso e o avião invisível foram dispensados, e a personagem abandona completamente a imagem tradicional de Diana Prince, identidade secreta da Mulher-Maravilha, que tinha o objetivo de passar despercebida das pessoas que a cercavam.
Na versão da CBS, ela é uma mulher exuberante, que vive na moda, que sequer utiliza óculos (à la Clark Kent) para disfarçar. Assim, ficou ainda mais difícil aceitar o fato que ninguém percebia que Diana era a Mulher-Maravilha.
Adrianne Palicki como a Mulher-Maravilha no piloto de David E. Kelley
Para justificar a presença da heroína no tempo presente, a história apresenta um novo piloto, no qual Diana está de volta à Ilha (uma das poucas, senão a única, referência na nova fase), onde salva a vida de Steve Trevor Jr, interpretado pelo mesmo ator. Assim, ela decide retornar aos EUA para ajudá-lo na caça a comunistas, terroristas e traidores.
Cancelada em sua terceira temporada, a série não conseguiu explorar o universo e o potencial criado em torno da heroína. Agora, com um novo projeto se desenvolvendo, as primeiras informações divulgadas levam a crer que a personagem continuará a ser desperdiçada pela televisão. Teremos que esperar para conferir.
Estrelada por Adrianne Palicki (Friday Night Lights), a série ainda está restrita à produção de um episódio piloto. No entanto, o produtor David E. Kelley declarou em entrevistas estar confiante de que a primeira temporada será encomendada, chegando ao ponto de afirmar que a série deverá estrear até 2012.
Sua confiança pode estar relacionada ao seu contrato. Alguns produtores de renome conseguem estabelecer em contrato a obrigação do canal de encomendar os primeiros episódios de projetos com potencial de atrair o interesse de um grande público. Ainda não há informações de que seja este o caso.
Esta é a segunda tentativa de dar à heroína uma nova série de TV. Entre 1997 e 1998, existiu um projeto da Warner Bothers para se produzir uma série criada por Deborah Joy Levine, responsável por “As Novas Aventuras do Superman”, com Dean Cain e Teri Hatcher.
Em 2000, surgiram informações sobre um filme para o cinema. Na época, John Cohen tinha sido contratado para escrever o roteiro, que seria produzido por Joel Silver. Posteriormente, Joss Whedon (Buffy a Caça-Vampiros) teve seu nome ligado à produção, que parece ter sido jogada para 2015.
Cloris Leachman como a Rainha Hipólita

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O HOMEM QUE SALVOU O NOVA MULHER MARAVILHA

Histórias em Quadrinhos PRODUZINDO E VENDENDO...

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