sábado, 9 de abril de 2011
COMÉRCIO DE MÉDIUNS ? // NO FINAL DA MENSAGEM UM A CAPA DE UM GIBI DE UMA OLHADA...
Comércio de Médiuns?
Mãe Iassan Ayporê Pery
No exercício da função de Sacerdotisa de Umbanda, sou procurada por muitos médiuns de diferentes regiões de nosso país ávidos por contar suas histórias. E dentre tantas coincidências de dor e dificuldades, tem uma que sempre me chama a atenção que é o inconformismo do antigo pai ou mãe no santo com o desligamento do médium da corrente.
Cada vez que escuto: “Estou aflito, pois o meu antigo pai no santo me ameaçou. Disse que eu ia perder meu emprego.” Ou ainda: “Estou desesperada porque ele disse que a minha família morreria a míngua...” e por aí vai.
São relatos de ameaças absurdas, que ferem, agridem e denigrem o papel de sacerdote ou sacerdotisa. Em contra-partida reforça o fato do médium ter estado em um lugar que nem de longe é um terreiro de Umbanda!
Isso prá mim é “comércio de médiuns”, onde esses ditos pais e mães no santo disputam com outros uma quantidade maior de médiuns e para isso são capazes dos atos mais vis e torpes se aproveitando da fé e do desespero alheios. Isso não se faz com ninguém! Ameaçar o médium que manifesta o desejo de ir para outro terreiro é, além de uma maldade profunda (caracterizando assim não ser merecedor do cargo que ocupa), também é passar atestado de incompetência, burrice e safadeza! Pena que não dá cadeia!
Senhores(as) médiuns, não tenham medo desse tipo de gente. Não os desafiem, porém (não por medo de suas magias, mas sim visando o cuidado de sua integridade física e de sua família, pois são capazes de tudo). Simplesmente saiam! Afastem-se! Busquem inspiração no Alto para encontrarem uma Casa de Umbanda séria, ou seja, que seja realmente de Umbanda.
Onde não haja promessas de milagres, mas o conforto da palavra de um preto velho, a energia e seriedade de um caboclo, onde não haja cobrança financeira de nenhum tipo e nem sacrifícios de animais.
Desconfiem do lugar em que você vá pela primeira vez e já digam: “Você tem que colocar roupa branca e entrar prá corrente, zi fio...!” Conheça primeiro a Casa, observe o lugar, a organização, o cuidado com o sagrado, a caridade desinteressada. Observe os médiuns e principalmente o(a) dirigente.
Não tenham pressa! Não escutem “elogios” do tipo: “Seu caboclo é lindo! Tem uma luz maravilhosa...!” Lembrem-se: TODOS são lindos e cheios de Luz! Ou ainda: “Você tem uma mediunidade maravilhosa.” Esse tipo de “elogio” é armadilha para mexer com a sua vaidade. Não sucumba! Corra! Mas corra muito de lugar assim!
A Umbanda precisa de gente que queira realmente trabalhar para sua melhora evolutiva e isso não se dá da noite para o dia. Não se deixe transformar em “mercadoria” para ser “disputada” entre charlatães que estão longe de entender o que é Umbanda. Não faça parte desse comércio. Não se torne “um deles”.
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Este gibi Os Orixas do orum ao eye,vale a pena ter.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
DO SOM AO SURGIMENTO DO MANGA...
SONS DO BARATO
Conheça algumas características das batidas que podem mexer com o estado de consciência
MELODIA DO TRANSEOs cientistas dizem que as drogas digitais são baseadas nas chamadas batidas ou sons binaurais, dois tons em frequência aproximada, mas diferentes entre si, descobertos em 1839. O que acontece é que essas batidas seriam capazes de sincronizar as ondas cerebrais, supostamente alterando o estado da mente
SÓ COM TREINO
As drogas digitais não podem ser confundidas com as drogas reais, que alteram a consciência por causa da ação de substâncias químicas. Para viajar com a música e entrar em transe, é preciso certo treino e autossugestão – o que acontece quando se usam sons para meditar, por exemplo
CANTOS E BATUQUES
Não é de hoje que sons são usados para alterar a consciência das pessoas. Em sociedades primitivas, o rufar dos tambores e o entoar de cânticos influenciavam o estado mental e o comportamento das pessoas durante sacrifícios rituais. A repetição de sons, como os mantras indianos, pode levar a um elevado nível de concentração
NA MIRA DA POLÍCIA
As ciberdrogas causaram alvoroço nos Estados Unidos em meados deste ano depois que a Secretaria de Narcóticos do estado de Oklahoma declarou que elas poderiam induzir ao consumo de drogas reais. Algumas escolas americanas até baniram o uso de iPods para evitar que seus alunos “se entorpecessem” **********************************************************************************
Quando surgiram os primeiros mangás e animês?
por Marcel Goto
O termo mangá surgiu em 1814, nos hokusai mangá, que trazem caricaturas e ilustrações sobre a cultura japonesa. Já o mangá moderno tem influência dos cartuns ocidentais e de quadrinhos clássicos da Disney; e é basicamente uma criação de Osamu Tezuka, com Shin Takarajima ("A Nova Ilha do Tesouro"), de 1947.
A obra de Tezuka definiu as características do mangá, como expressões faciais exageradas, elementos metalingüísticos (linhas de velocidade, grandes onomatopéias etc.) e enquadramentos cinematográficos para aumentar o impacto emocional. O artista falecido em 1989 foi tão influente que é chamado de Deus Mangá.
Na animação, apesar de haver desenhos anteriores produzidos no Japão, Tezuka é considerado o fundador da indústria, com obras que marcaram a cultura nipônica. Astroboy, em 1963, foi a primeira série animada da TV japonesa com história contínua e personagens recorrentes. Outros trabalhos do autor, como Kimba, o Leão Branco e A Princesa e o Cavaleiro, ajudariam a definir, em técnicas narrativas e de animação, o que hoje é tão reconhecido nos animês.
O primeiro mangá lançado aqui foi Lobo Solitário, em 1988, pela Cedibra, mas adaptado para a leitura ocidental. Isso invertia as artes originais e quase todos os personagens viravam canhotos. Só quando a Conrad lançou Dragon Ball, em 2000, os mangás passaram a sair no seu formato original, e lidos "de trás pra frente". Já os animês chegaram nos anos 60 e é difícil precisar qual foi o primeirão. Na leva inicial vieram Homem de Aço, Oitavo Homem, Ás do Espaço, Zoran e outros.
Os animês são exibidos no Brasil há mais de 40 anos, e séries como Don Dracula, Piratas do Espaço, Menino Biônico e Sawamu colecionam fãs. Mas o maior fenômeno foi Cavaleiros do Zodíaco, que, sozinho (e sem esta pretensão), gerou em 1994 o boom dos desenhos japoneses que ecoa até hoje.
A série virou referência, foi reprisada muitas vezes, rendeu muito merchandising e fez outras emissoras, além da finada Manchete (que o exibia), apostar nos animês.
Nos mangás, Dragon Ball Z, da Conrad, continua insuperável. Goku, que já era famoso pelos games e pelo animê, vendia mais de 100 mil exemplares quinzenais no auge.
É difícil precisar a produção de mangás, mas sabe-se que os quadrinhos representam cerca de 40% do que é impresso no Japão e em 2006 movimentaram mais de 4 bilhões de dólares é o maior mercado do mundo, com cerca de 750 milhões de exemplares vendidos.
Os maiores mercados estrangeiros para os mangás são os EUA (mais de 200 milhões de dólares em vendas), França e Alemanha.
A produção de animês também é extraordinária: a cada ano, os 400 estúdios de animação japoneses produzem mais de 2 500 episódios, numa indústria que movimenta mais de 1 bilhão de dólares.
As histórias costumam ser publicadas capítulo a capítulo, em almanaques de até 500 páginas (geralmente em papel reciclado), com cerca de 20 séries diferentes e periodicidade semanal ou mensal.
Esses bitelões são voltados para meninos (como a Shonen Jump), meninas (como a Nakayoshi, de Sailor Moon), crianças (como Koro-Koro, de Pokémon), ou adultos (como a Weekly Morning, de Vagabond). Depois de lidos, os japoneses costumam jogá-los no lixo.
As séries mais populares ganham destaque na capa e nas primeiras páginas. Depois que vários capítulos são publicados, a história é republicada em edições colecionáveis conhecidas como tankohon o formato no qual a maioria dos mangás sai no Brasil.
Então, editor e autor definem os rumos da história. Em seguida, se faz uma prévia do roteiro e um rascunho das páginas. Assim que são aprovados, começa a correria.
Muitos artistas criam mais de 20 páginas por semana e só conseguem porque contam com vários assistentes, que fazem arte-final, inserem retículas (que dão sombra e volume aos desenhos), cenários e balões.
Os animês são um pouco menos populares, por diversos fatores. A produção é mais cara um episódio de 30 minutos custa, em média, 100 mil dólares. Os horários de exibição na televisão nem sempre batem com a ocupada agenda dos japoneses. E, por causa do custo elevado, os assuntos tratados nos desenhos não são tão variados como nos mangás. Geralmente, as séries são direcionadas ao público jovem.
A exceção é Hayao Miyazaki, que produz no seu Studio Ghibli longas-metragens para os cinemas. Invariavelmente, cada filme dele é o mais rentável do ano em que é lançado, e animês como Princesa Mononoke, A Viagem de Chihiro e O Castelo Animado, por seu apelo universal, constam entre as dez produções japonesas de maior bilheteria de todos os tempos. São clássicos em todos os sentidos da palavra.
Praticamente. Afinal, trata-se de um entretenimento prático e barato. E, numa sociedade em que as pessoas têm pouco tempo para o lazer e lêem muito, é comum encontrar nos trens mangás nas mãos tanto de executivos quanto de crianças.
Além disso, personagens como Doraemon, o gato-robô azul que vem do futuro, são tão populares e tradicionais quanto Mickey Mouse, e aparecem em livros educativos, campanhas do governo e diversos produtos.
Há propagandas das histórias mais famosas do momento em outdoors, estações de trem e até dentro dos vagões. Nas bancas, que, diferentemente do Brasil, só existem em estações de trem e lojas de conveniência, os mangás aparecem com mais destaque do que os jornais e outros periódicos.
Outra via é quando um estúdio transforma um mangá mais cult em longa-metragem ou numa série para DVD ou TV (em horários menos concorridos, como a madrugada).
E ainda rola o inverso: um animê de sucesso gerar um mangá, como ocorreu com Gundam, o robô gigante mais famoso do Japão.
As convenções são tomadas por centenas de cosplayers. Alguns querem apenas se divertir, sem se importarem com a verossimilhança das roupas. E há os que reproduzem fielmente seus heróis e vilões prediletos.
O cosplay surgiu nos EUA, em convenções de Jornada nas Estrelas, no final dos anos 70. Hoje, no segmento mangás e animês, o Brasil se destaca: em 2006, os irmãos Mônica e Maurício Somenzari Leite Olivas "encarnaram" Rosiel e Alexiel, de Angel Sanctuary, e venceram o World Cosplay Summit, um importante torneio mundial.
Na rígida e tradicional sociedade japonesa, a expressão tem uma conotação negativa, e ser chamado de otaku normalmente tem algum grau de ofensa. Mas, no Ocidente, a denominação simplesmente serve para identificar quem curte bastante esse hobby. Uma das maiores convenções dos EUA até assume isso no nome: Otakon.
Se atualmente existe uma fórmula de êxito nos mangás, ela está na revista Shonen Jump, que, sob o lema "perseverança, amizade, vitória", vem criando sucessos mundiais há quase 30 anos. Acompanhe a seguir a "receita" desenvolvida por ela (e seguida por suas concorrentes) no gênero de mangás para meninos.
Nas grandes cidades japonesas, o difícil é justamente fugir dessa cultura. Mas o epicentro do fenômeno está no bairro de Akihabara, em Tóquio. Lá existem dezenas de lojas de mangás (como a Tora no Ana), fliperamas construídos pela própria Sega, quiosques de brinquedos, miniaturas e as mais diversas traquitanas tecnológicas, além de bares e cafés temáticos para todos os gostos e eventos praticamente todas as semanas para o lançamento de diversos produtos, com pocket shows dos artistas favoritos dos fãs.
Essas lojas são todas enormes e ocupam prédios inteiros, com diversos departamentos diferentes. Ou seja, são verdadeiros templos do consumo otaku.
A Asobit City é um bom exemplo. Confira as suas subdivisões, por andar:
Subsolo: jogos de PC e mangás adultos.
Térreo: brinquedos baseados em robôs, principalmente a série Gundam.
Primeiro: videogames e acessórios.
Segundo: brinquedos e modelos baseados em personagens de animês e mangás.
Terceiro: modelos em escala de carros, trens, aviões e outros veículos, inclusive movidos por controle remoto.
Quarto: artefatos para cosplay, camisetas e acessórios com personagens de animês.
Quinto: réplicas variadas de armas, uniformes militares e trajes de caça.
Por isso, os mangás e animês desenvolveram uma linguagem própria para as expressões dos personagens. Confira algumas.
Gotinha: significa constrangimento, muitas vezes por causa de alguma coisa bizarra ou "sem noção" que outro personagem faz.
Olhos brilhando, bochechas coradas: encantamento e sentimento de grande alegria.
Veia saltando: indica a fúria de alguém.
Nariz sangrando: é um sinal utilizado para mostrar que o personagem está excitado.
Essas séries foram o principal produto de exportação dos estúdios para o Ocidente, o que compensou a queda nas vendas internas o país vivia uma recessão nos anos 90.
Além disso, a produção totalmente digital, que dispensa acetato, tinta e outros materiais e permite a inserção de gráficos 3D nos desenhos, barateou as produções. Esse novo fôlego foi vital para manter a animação japonesa na vanguarda mundial.
É inimaginável para um americano vender um fanzine do Homem-Aranha, Batman ou Mickey um advogado logo estaria no seu rastro. Mas, no Japão, a indústria de mangás e o mundo dos fanzines (chamados de doujinshi) convivem harmoniosamente, e um beneficia o outro.
É comum encontrar fanzines de Doraemon, Gundam, Dragon Ball Z, com novas aventuras dos personagens. Há milhares à disposição.
Os autores e editoras não se incomodam com os fanzines, pois suas tiragens de centenas de exemplares não ameaçam as vendas milionárias dos mangás.
Vários autores de sucesso começaram como fanzineiros, para depois serem descobertos pelos caçadores de talentos das editoras.
O mais próximo que se chegou disso foram japoneses desenharem histórias para a DC (Batman, Superman etc.) e Marvel (Homem-Aranha, X-Men e outros). Hoje, isso nem é tão raro, como comprovam Tsutomu Nihei, do mangá Blame!, que ilustrou a minissérie Snikt!, do Wolverine, e Kia Asamiya, de Silent Mobius, que fez Batman Mangá.
E a contramão também rola: desenhistas do Ocidente têm publicado no Japão.
Na animação, apesar de haver desenhos anteriores produzidos no Japão, Tezuka é considerado o fundador da indústria, com obras que marcaram a cultura nipônica. Astroboy, em 1963, foi a primeira série animada da TV japonesa com história contínua e personagens recorrentes. Outros trabalhos do autor, como Kimba, o Leão Branco e A Princesa e o Cavaleiro, ajudariam a definir, em técnicas narrativas e de animação, o que hoje é tão reconhecido nos animês.
O primeiro mangá lançado aqui foi Lobo Solitário, em 1988, pela Cedibra, mas adaptado para a leitura ocidental. Isso invertia as artes originais e quase todos os personagens viravam canhotos. Só quando a Conrad lançou Dragon Ball, em 2000, os mangás passaram a sair no seu formato original, e lidos "de trás pra frente". Já os animês chegaram nos anos 60 e é difícil precisar qual foi o primeirão. Na leva inicial vieram Homem de Aço, Oitavo Homem, Ás do Espaço, Zoran e outros.
Os animês são exibidos no Brasil há mais de 40 anos, e séries como Don Dracula, Piratas do Espaço, Menino Biônico e Sawamu colecionam fãs. Mas o maior fenômeno foi Cavaleiros do Zodíaco, que, sozinho (e sem esta pretensão), gerou em 1994 o boom dos desenhos japoneses que ecoa até hoje.
A série virou referência, foi reprisada muitas vezes, rendeu muito merchandising e fez outras emissoras, além da finada Manchete (que o exibia), apostar nos animês.
Nos mangás, Dragon Ball Z, da Conrad, continua insuperável. Goku, que já era famoso pelos games e pelo animê, vendia mais de 100 mil exemplares quinzenais no auge.
É difícil precisar a produção de mangás, mas sabe-se que os quadrinhos representam cerca de 40% do que é impresso no Japão e em 2006 movimentaram mais de 4 bilhões de dólares é o maior mercado do mundo, com cerca de 750 milhões de exemplares vendidos.
Os maiores mercados estrangeiros para os mangás são os EUA (mais de 200 milhões de dólares em vendas), França e Alemanha.
A produção de animês também é extraordinária: a cada ano, os 400 estúdios de animação japoneses produzem mais de 2 500 episódios, numa indústria que movimenta mais de 1 bilhão de dólares.
As histórias costumam ser publicadas capítulo a capítulo, em almanaques de até 500 páginas (geralmente em papel reciclado), com cerca de 20 séries diferentes e periodicidade semanal ou mensal.
Esses bitelões são voltados para meninos (como a Shonen Jump), meninas (como a Nakayoshi, de Sailor Moon), crianças (como Koro-Koro, de Pokémon), ou adultos (como a Weekly Morning, de Vagabond). Depois de lidos, os japoneses costumam jogá-los no lixo.
As séries mais populares ganham destaque na capa e nas primeiras páginas. Depois que vários capítulos são publicados, a história é republicada em edições colecionáveis conhecidas como tankohon o formato no qual a maioria dos mangás sai no Brasil.
Como se produz um mangá?
Primeiro, os editores dos almanaques estudam a preferência dos seus leitores. Afinal, a revista precisa de variedade. Esse retorno é medido por meio de cupons de pesquisa encartados nas revistas.Então, editor e autor definem os rumos da história. Em seguida, se faz uma prévia do roteiro e um rascunho das páginas. Assim que são aprovados, começa a correria.
Muitos artistas criam mais de 20 páginas por semana e só conseguem porque contam com vários assistentes, que fazem arte-final, inserem retículas (que dão sombra e volume aos desenhos), cenários e balões.
Quem lêe mangás e assiste animês?
Um dos segredos do sucesso dos mangás é a segmentação. Há histórias para meninos (com ação, valorização do trabalho em equipe e perseverança), meninas (romances e tramas cheias de sentimento), adultos e até donas-de-casa (as mais picantes imagináveis). E para cada público existem vários gêneros: terror, suspense, erótico, aventura etc. Nenhum mercado do planeta tem tantas ramificações. Assim, é difícil encontrar no Japão quem não leia quadrinhos.Os animês são um pouco menos populares, por diversos fatores. A produção é mais cara um episódio de 30 minutos custa, em média, 100 mil dólares. Os horários de exibição na televisão nem sempre batem com a ocupada agenda dos japoneses. E, por causa do custo elevado, os assuntos tratados nos desenhos não são tão variados como nos mangás. Geralmente, as séries são direcionadas ao público jovem.
A exceção é Hayao Miyazaki, que produz no seu Studio Ghibli longas-metragens para os cinemas. Invariavelmente, cada filme dele é o mais rentável do ano em que é lançado, e animês como Princesa Mononoke, A Viagem de Chihiro e O Castelo Animado, por seu apelo universal, constam entre as dez produções japonesas de maior bilheteria de todos os tempos. São clássicos em todos os sentidos da palavra.
Praticamente. Afinal, trata-se de um entretenimento prático e barato. E, numa sociedade em que as pessoas têm pouco tempo para o lazer e lêem muito, é comum encontrar nos trens mangás nas mãos tanto de executivos quanto de crianças.
Além disso, personagens como Doraemon, o gato-robô azul que vem do futuro, são tão populares e tradicionais quanto Mickey Mouse, e aparecem em livros educativos, campanhas do governo e diversos produtos.
Há propagandas das histórias mais famosas do momento em outdoors, estações de trem e até dentro dos vagões. Nas bancas, que, diferentemente do Brasil, só existem em estações de trem e lojas de conveniência, os mangás aparecem com mais destaque do que os jornais e outros periódicos.
Em quanto tempo um mangá vira animê?
Não há um padrão. Nas principais revistas, logo que o mangá desponta, é comprado por um canal de TV. Aí, ganha uma série semanal em horário nobre (entre 17 e 19 horas), que pode ter centenas de episódios e gerar muito merchandising.Outra via é quando um estúdio transforma um mangá mais cult em longa-metragem ou numa série para DVD ou TV (em horários menos concorridos, como a madrugada).
E ainda rola o inverso: um animê de sucesso gerar um mangá, como ocorreu com Gundam, o robô gigante mais famoso do Japão.
O que é cosplay?
Ocosplay é um dos destaques das convenções de animê e mangá. Trata-se do ato de se vestir como um personagem e, se tiver coragem, encenar alguma passagem da história da qual ele faz parte.As convenções são tomadas por centenas de cosplayers. Alguns querem apenas se divertir, sem se importarem com a verossimilhança das roupas. E há os que reproduzem fielmente seus heróis e vilões prediletos.
O cosplay surgiu nos EUA, em convenções de Jornada nas Estrelas, no final dos anos 70. Hoje, no segmento mangás e animês, o Brasil se destaca: em 2006, os irmãos Mônica e Maurício Somenzari Leite Olivas "encarnaram" Rosiel e Alexiel, de Angel Sanctuary, e venceram o World Cosplay Summit, um importante torneio mundial.
O que significa otaku?
Otaku é a versão japonesa do nerd, mas um tipo bem específico: aquela pessoa dedicada ao extremo, fanática mesmo por um assunto, seja ele miniaturas de trens ou aviões, tecnologia, seja, o que é mais comum, animês e mangás.Na rígida e tradicional sociedade japonesa, a expressão tem uma conotação negativa, e ser chamado de otaku normalmente tem algum grau de ofensa. Mas, no Ocidente, a denominação simplesmente serve para identificar quem curte bastante esse hobby. Uma das maiores convenções dos EUA até assume isso no nome: Otakon.
Qual a receita para se criar um manga de sucesso?
Não basta apenas uma boa idéia ou um desenho bacana, é preciso muito maisSe atualmente existe uma fórmula de êxito nos mangás, ela está na revista Shonen Jump, que, sob o lema "perseverança, amizade, vitória", vem criando sucessos mundiais há quase 30 anos. Acompanhe a seguir a "receita" desenvolvida por ela (e seguida por suas concorrentes) no gênero de mangás para meninos.
1. O protagonista
Ao eleger o personagem principal, lembre-se: ele geralmente tem "alma infantil", é ingênuo, puro de coração, valente e fiel aos amigos. Não desiste nunca e nem teme perigo algum. Exemplos: Goku, Yuusuke Urameshi (YuYu Hakusho), Ruffy, Naruto etc. E ter um visual impactante é fundamental.2. Objetivos
Nos melhores mangás shonen, o herói é sempre movido por uma grande aspiração, que lhe possibilita mostrar sua determinação e seu valor. Ele quer se tornar o guerreiro mais poderoso do Universo? O maior pirata? O melhor jogador de basquete? Ou o melhor padeiro? (Acredite, isso existe!)3. Os amigos
Uma lição presente em todos os mangás é o valor da amizade. O que seria de Goku sem Kuririn? Os amigos complementam a personalidade do herói e enriquecem a história. Eles podem até competir entre si, mas é sempre quando atuam lado a lado que superam os maiores desafios.4. O rival
Nas pesquisas de popularidade das principais revistas, os rivais aparecem sempre no topo. Dois bons exemplos são Vegeta e Sasuke, que fazem Goku e Naruto, respectivamente, darem o melhor de si a todo momento. Um grande rival é quase tão importante quanto um protagonista carismático.5. O toque do autor
Mas receita nenhuma, por mais tradicional ou inovadora que seja, garante a qualidade ou o sucesso da história. Afinal, cada balão é preenchido com as idéias do autor e, no final das contas, é o talento dele, pessoal e intransferível, que dá sabor à trama e, se for bem-sucedido, cria os clássicos.Nas grandes cidades japonesas, o difícil é justamente fugir dessa cultura. Mas o epicentro do fenômeno está no bairro de Akihabara, em Tóquio. Lá existem dezenas de lojas de mangás (como a Tora no Ana), fliperamas construídos pela própria Sega, quiosques de brinquedos, miniaturas e as mais diversas traquitanas tecnológicas, além de bares e cafés temáticos para todos os gostos e eventos praticamente todas as semanas para o lançamento de diversos produtos, com pocket shows dos artistas favoritos dos fãs.
Essas lojas são todas enormes e ocupam prédios inteiros, com diversos departamentos diferentes. Ou seja, são verdadeiros templos do consumo otaku.
A Asobit City é um bom exemplo. Confira as suas subdivisões, por andar:
Subsolo: jogos de PC e mangás adultos.
Térreo: brinquedos baseados em robôs, principalmente a série Gundam.
Primeiro: videogames e acessórios.
Segundo: brinquedos e modelos baseados em personagens de animês e mangás.
Terceiro: modelos em escala de carros, trens, aviões e outros veículos, inclusive movidos por controle remoto.
Quarto: artefatos para cosplay, camisetas e acessórios com personagens de animês.
Quinto: réplicas variadas de armas, uniformes militares e trajes de caça.
Por que os personagens têm expressões tão exageradas?
Os japoneses têm uma longa tradição de humor baseada em caretas e outras expressões engraçadas a palavra mangá significa "desenhos irreverentes". Outra explicação vem da herança que os mangás receberam das caricaturas.Por isso, os mangás e animês desenvolveram uma linguagem própria para as expressões dos personagens. Confira algumas.
Gotinha: significa constrangimento, muitas vezes por causa de alguma coisa bizarra ou "sem noção" que outro personagem faz.
Olhos brilhando, bochechas coradas: encantamento e sentimento de grande alegria.
Veia saltando: indica a fúria de alguém.
Nariz sangrando: é um sinal utilizado para mostrar que o personagem está excitado.
O que mudou na indústria de animês?
Neon Genesis Evangelion, exibido em 1995 e 1996, foi um marco. Com uma trama de suspense nunca vista num animê sobre robôs gigantes, fez grande sucesso no horário nobre. Por isso, os produtores passaram a ousar nos roteiros e rolou um boom de séries para a TV. Foi até criado um horário para exibir séries cults e adultas: tarde da noite e início da madrugada.Essas séries foram o principal produto de exportação dos estúdios para o Ocidente, o que compensou a queda nas vendas internas o país vivia uma recessão nos anos 90.
Além disso, a produção totalmente digital, que dispensa acetato, tinta e outros materiais e permite a inserção de gráficos 3D nos desenhos, barateou as produções. Esse novo fôlego foi vital para manter a animação japonesa na vanguarda mundial.
É inimaginável para um americano vender um fanzine do Homem-Aranha, Batman ou Mickey um advogado logo estaria no seu rastro. Mas, no Japão, a indústria de mangás e o mundo dos fanzines (chamados de doujinshi) convivem harmoniosamente, e um beneficia o outro.
É comum encontrar fanzines de Doraemon, Gundam, Dragon Ball Z, com novas aventuras dos personagens. Há milhares à disposição.
Os autores e editoras não se incomodam com os fanzines, pois suas tiragens de centenas de exemplares não ameaçam as vendas milionárias dos mangás.
Vários autores de sucesso começaram como fanzineiros, para depois serem descobertos pelos caçadores de talentos das editoras.
Já houve encontros de heróis americanos e japoneses?
É comum nos mangás autores fazerem referências não autorizadas a ícones como Mickey Mouse e Homem-Aranha, mas até hoje não rolou nenhum encontro de personagens numa publicação.O mais próximo que se chegou disso foram japoneses desenharem histórias para a DC (Batman, Superman etc.) e Marvel (Homem-Aranha, X-Men e outros). Hoje, isso nem é tão raro, como comprovam Tsutomu Nihei, do mangá Blame!, que ilustrou a minissérie Snikt!, do Wolverine, e Kia Asamiya, de Silent Mobius, que fez Batman Mangá.
E a contramão também rola: desenhistas do Ocidente têm publicado no Japão.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Trailer Emperatriz - Con Gaby Spanic
Gabriela Spanic, protagonista de Emperatriz, contou que seu personagem "não é uma vilã nem uma heroína, e sim um ser humano, com defeitos e virtudes".
A história fala sobre a trajetória de uma mulher que "a enganam, a traem, a abandonam, tiram sua filha e ela vai presa por um crime que não cometeu. Chega um momento em que ela descobre a verdade, que o homem que ela pensou que era o amor de sua vida foi quem fez tudo isso".
Em entrevista a radialista Flor Rubio, Gaby contou que se identifica com Emperatriz, pois é "lutadora e forte".
Ao ser perguntada sobre a decisão de mudar de emissora, a atriz disse: "Trabalhei em várias empresas, com todas estou muito agradecida. Trabalhei na Colômbia, Estados Unidos, Venezuela, na Televisa, Telemundo (risos). Estive em tudo, só faltava aqui".
A história fala sobre a trajetória de uma mulher que "a enganam, a traem, a abandonam, tiram sua filha e ela vai presa por um crime que não cometeu. Chega um momento em que ela descobre a verdade, que o homem que ela pensou que era o amor de sua vida foi quem fez tudo isso".
Em entrevista a radialista Flor Rubio, Gaby contou que se identifica com Emperatriz, pois é "lutadora e forte".
Ao ser perguntada sobre a decisão de mudar de emissora, a atriz disse: "Trabalhei em várias empresas, com todas estou muito agradecida. Trabalhei na Colômbia, Estados Unidos, Venezuela, na Televisa, Telemundo (risos). Estive em tudo, só faltava aqui".
nOTICIAS DO MUNDO DOS QUADRINHOS HQ...
“Dylan Dog: Dead of the Night”, adaptação da série de quadrinhos de terror criada por Tiziano Sclavi, ganhou um novo vídeo com os bastidores da produção. As imagens registradas revelam como Nova Orleans, nos EUA, foi reformulada para parecer Londres, aonde inicialmente aconteceriam as filmagens.
Na trama do filme, Brandon Routh (“Superman – O Retorno”) é o personagem-título, um detetive especializado em fenômenos sobrenaturais que se vê envolvido nas disputas territoriais entre mortos-vivos. Junto de seu assistente Marcus (Sam Huntington, também de “Superman – O Retorno”), ele irá ajudar uma mulher (Anita Briem, de “Viagem ao Centro da Terra”) que teve o pai morto por uma misteriosa criatura. Taye Diggs (série “Private Practice”) interpreta o vilão Vargas.
O filme foi dirigido por Kevin Munroe (“TMNT”) e estreia em 29 de abril nos EUA e 19 de agosto no BrasIL.
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O mais célebre poema de João Cabral de Melo Neto, Morte e Vida Severina, ganhou versão em desenho animado. A saga do retirante Severino, “aquele da Maria do Zacarias, lá da serra do Costela, limites da Paraíba”, foi ilustrada pelo cartunista pernambucano Michel Falcão. A animação, também transformada em quadrinhos, entra na grade de programação da TV Escola nesta segunda-feira, 4;
Fonte: Portal MEC
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Os Caça-Fantasmas, IDW Publishing anunciou no blog do editor Chris Ryall um teaser de nova série mensal.
A arte de Dan Schoening, que já trabalhou em Ghostbusters: What in Samhain Just Happened e na revista Kung Fu Panda, remete a uma cena do primeiro filme que mostra os cientistas Peter Venkman, Raymond Stantz e Egon Spengler anunciando seus serviços em um comercial de TV. A IDW tem lançado vários especiais fechados e minisséries da franquia ao longo dos últimos anos, mas agora vai fazer valer sua licença do material como faz com quadrinhos de outras séries de TV e cinema.
Ainda não foi divulgado o roteirista. Só foi que o primeiro número de Ghostbusters será publicado em setembro.
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A editora Avatar Press lançou esta semana nas lojas especializadas dos EUA o primeiro volume de Caligula, minissérie em seis edições.
A publicação conta uma nova visão da história do homem generoso que se tornou o violento imperador romano. O roteirista David Lapham, de Balas Perdidas e Crossed, promete mostrar como Calígula não estava apenas embriagado de poder, mas possuído por ele.
No preview divulgado, que você vê abaixo, fica claro que os autores apostaram na violência explícita, algo costumeiro nos lançamentos da editora.
As capas principais serão de Jacen Burrows (Neonomicon) e a arte interna de German Nobile - que também faz uma capa alternativa.
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“Estamos falando de uma das maiores representações da literatura brasileira”, destacou Maria do Pilar Lacerda, secretária de Educação Básica do Ministério da Educação. “Essa é uma possibilidade de estudantes de todo o país conhecerem, de forma lúdica, uma obra dessa importância.”
Em pouco menos de 55 minutos, a animação dá vida ao texto original – sem nenhuma alteração – de João Cabral de Melo Neto, em desenhos feitos a bico de pena. Com o uso de tecnologia 3D (três dimensões), a animação é resultado de uma parceria com a Fundação Joaquim Nabuco.
Escrito entre 1954 e 55, o poema, considerado um marco na literatura nacional, narra a trajetória de um migrante nordestino até a cidade de Recife, ainda hoje a mais próspera da região. Com fortes elementos de crítica social, o texto já foi tema de teatro, música, filme, seriado de TV e, mais recentemente, de história em quadrinhos, também ilustrada por Michel Falcão.
O próprio João Cabral de Melo Neto disse, em entrevista citada no prólogo da versão em quadrinhos, que do poema “Já se tinha feito de tudo; não seria, por conseguinte, de estranhar que qualquer dia alguém inaugurasse um edifício chamado Morte e Vida Severina, pois o poema é como uma espécie de babaçu que tem mil e uma utilidades.”
A TV Escola pode ser assistida no canal 112 da SKY, 694 da Telefônica TV Digital, 123 da Via Embratel, pela antena parabólica analógica, na horizontal, frequência 3770 e digital banda C Vertical, frequência 3965 e também pela página eletrônica da emissora. A animação de Morte e Vida Severina também pode ser assistida pela internet, na página eletrônica da TV Escola.
Fonte: Portal MEC
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Caça-Fantasmas | IDW anuncia história em quadrinhos
Nova revista mensal da franquia cinematográfica será lançada em setembro
A arte de Dan Schoening, que já trabalhou em Ghostbusters: What in Samhain Just Happened e na revista Kung Fu Panda, remete a uma cena do primeiro filme que mostra os cientistas Peter Venkman, Raymond Stantz e Egon Spengler anunciando seus serviços em um comercial de TV. A IDW tem lançado vários especiais fechados e minisséries da franquia ao longo dos últimos anos, mas agora vai fazer valer sua licença do material como faz com quadrinhos de outras séries de TV e cinema.
Ainda não foi divulgado o roteirista. Só foi que o primeiro número de Ghostbusters será publicado em setembro.
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Calígula em HQ por David Lapham
Autor de Balas Perdidas reconta história do imperador em minissérie
A publicação conta uma nova visão da história do homem generoso que se tornou o violento imperador romano. O roteirista David Lapham, de Balas Perdidas e Crossed, promete mostrar como Calígula não estava apenas embriagado de poder, mas possuído por ele.
No preview divulgado, que você vê abaixo, fica claro que os autores apostaram na violência explícita, algo costumeiro nos lançamentos da editora.
As capas principais serão de Jacen Burrows (Neonomicon) e a arte interna de German Nobile - que também faz uma capa alternativa.
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
A VOLTA DA VERDADEIRA E UNICA LULUZINHA...
A editora Pixel, da Ediouro, republica, a partir deste mês, as tirinhas da menina atrevida e que antecipou tendências femininas.
Se nas HQs existia o Clube do Bolinha, onde “menina não entra”, havia a esperta heroína independente que resolvia suas situações sozinhas, sem precisar da ajuda de nenhum menino. A cabeleireira Juliana Elias, 29 anos, é uma das proprietárias do Novittá Hair, salão que fica no centro da cidade. O estilo que mais curte, indiscutivelmente, é a da mulher pin up, das décadas de 50 e 60. Mas ela também foi, quando criança, leitora das histórias em quadrinhos da Luluzinha.
Se a personagem dos quadrinhos desafiava os meninos e sempre impunha suas vontades. Da mesma forma, Juliana aos 12 anos mostrou-se decidida quando pegou água oxigendad e amoníaco e pintou, sozinha, seu cabelo. De família evangélica, é claro que a atitude ela chocou sua mãe, mas ela é daquelas que não precisa pedir autorização para ser livre.
“Em relação à mercado de trabalho não há mais tabu para mulher, sobre comportamento também não, pelo menos fora do circuito religioso”, diz. Mas avanços ainda são necessários, “há muitas mulheres que não assumem suas personalidades pelo medo do que outras pessoas vão dizer”, complementa.
A situação mudou. Agora, são meninos que não entram
O que fazem as Lulus de hoje? Fazem negócios, investimentos e criam suas próprias redes de relacionamento. Há o o grupo deamigas que deixam os maridos em casa para se reunirem no bar, há também um grupo de empreendedoras que formam o “Clube da Luluzinha em Ação”, da CM Capital Markets, há oito meses.
Conforme a responsável pelo clube, Patrícia Mora, 35, as reuniões acontecem uma vez por mês e além dos investimentos são discutidos diversos assuntos que integram o cotidiano das mulheres.
Atualmente, integram o Clube da Luluzinha cerca de 80 mulheres, de todas as faixas etárias. “Todas estão preocupadas em manter ou poder desfrutar de uma boa qualidade de vida, em cinco ou 10 anos”, diz Patrícia.

Tirinhas nas bancas
A Lulu foi criada em 1935 por Marjorie Henderson Buell, conhecida artisticamente como Marge. A revista de estreia traz neste mês um almanaque gratuito de 32 páginas, colorido, com a história do “nascimento” de Lulu e as biografias de todos os personagens, como Bolinha, Aninha, Alvinho, Plínio Raposo, Glória e Carequinha...
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Depois da criação do site Pope2you.net com aplicativos para Facebook e iPhone, e um canal de vídeos no Youtube, o Papa agora virou mangá em gibi.
É isso mesmo, a autoridade máxima da Igreja Católica aparece sorridente e cercada de adolescentes em revista que será distribuída na Jornada Mundial da Juventude, projeto de iniciativa de seu antecessor, o Papa João Paulo II (1920-2005).
A Jornada Mundial da Juventude rola em Madri, na Espanha, entre 16 e 21 de agosto, reunindo cerca de 300 mil pessoas para acompanhar 100 espetáculos de todo o mundo. Seis atrações brasileiras estão confirmadas no evento: Rosa de Saron, Dominus, Irmã Kelly Patrícia, Márcio Cruz, Ministério Eucarístico e Comunidade Católica Shalom.
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OS MAIS VENDINDOS NOS eua...
Fevereiro foi um mês histórico para o mercado direto dos EUA: o título mais vendido teve a tiragem mais baixa desde 2001. Green Lantern 62, que encabeçou a lista, vendeu apenas cerca de 71.517 exemplares. Segundo análise do site ICV2, o alto preço das graphic novels lançadas naquele mês, o atraso nas grandes sagas e o número maior de pedidos de revistas de meses anteriores gerou uma espécie de "efeito de cauda longa".
Apesar de a DC Comics ter dominado o Top 10 de fevereiro - além de Lanterna Verde também apareceram Brightest Day 19 e 20, Batman & Robin 20, Batman 707 e Flash 9 (um prelúdio da saga Flashpoint), a Marvel Comics manteve o market share ao ocupar 16 posições entre os Top 25, sendo Avengers 10 e Fantastic Four 588 (último número da série) suas revistas mais vendidos.
Os títulos do Homem-Aranha e X-Men brigaram pelas colocações de 11 a 20, com Thor e Capitão América fazendo uma guerra particular pelas posições entre 21 e 30. The Walking Dead, líder de vendas da Image Comics, foi a HQ autoral mais vendida de fevereiro no seu número 81, ocupando a 45ª posição e deixando para trás uma horda de títulos da Marvel e DC.
A revista True Blood - Tainted Love 1, da IDW, foi o título licenciado mais vendido e o segundo fora do eixo Marvel/DC a aparecer no chart de vendas, ocupando a 91ª posição. Já a nova "justiceira" de Garth Ennis na Dynamite Entertainment, Jennifer Blood, apareceu na 104ª após Spawn 202 na 96ª.
Entre as graphic novels e encadernados, quem encabeçou a lista foi a coleção da minissérie Batman - Return of Bruce Wayne, seguida pela sensação independente Morning Glories, da Image (cuja primeira coleção foi ajudada por um preço convidativo de US$ 9,99), o 50º volume de Naruto (da editora Viz), o 9º de DMZ (ZDM no Brasil - DC/Vertigo), a versão de capa dura de Nemesis de Mark Millar (Marvel/Icon) e um belo sexto lugar para Daytripper, minissérie dos irmãos brasileiros Gabriel Bá e Fabio Moon (DC/Vertigo - que também encabeçou a lista de bestsellers do jornal NY Times), seguido por outro título autoral, Scalped (também da Vertigo).
Se a personagem dos quadrinhos desafiava os meninos e sempre impunha suas vontades. Da mesma forma, Juliana aos 12 anos mostrou-se decidida quando pegou água oxigendad e amoníaco e pintou, sozinha, seu cabelo. De família evangélica, é claro que a atitude ela chocou sua mãe, mas ela é daquelas que não precisa pedir autorização para ser livre.
“Em relação à mercado de trabalho não há mais tabu para mulher, sobre comportamento também não, pelo menos fora do circuito religioso”, diz. Mas avanços ainda são necessários, “há muitas mulheres que não assumem suas personalidades pelo medo do que outras pessoas vão dizer”, complementa.
A situação mudou. Agora, são meninos que não entram
Conforme a responsável pelo clube, Patrícia Mora, 35, as reuniões acontecem uma vez por mês e além dos investimentos são discutidos diversos assuntos que integram o cotidiano das mulheres.
Atualmente, integram o Clube da Luluzinha cerca de 80 mulheres, de todas as faixas etárias. “Todas estão preocupadas em manter ou poder desfrutar de uma boa qualidade de vida, em cinco ou 10 anos”, diz Patrícia.
Tirinhas nas bancas
A Lulu foi criada em 1935 por Marjorie Henderson Buell, conhecida artisticamente como Marge. A revista de estreia traz neste mês um almanaque gratuito de 32 páginas, colorido, com a história do “nascimento” de Lulu e as biografias de todos os personagens, como Bolinha, Aninha, Alvinho, Plínio Raposo, Glória e Carequinha...
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O PAPA VIROU VIROU QUADRINHOS...
Depois da criação do site Pope2you.net com aplicativos para Facebook e iPhone, e um canal de vídeos no Youtube, o Papa agora virou mangá em gibi.
É isso mesmo, a autoridade máxima da Igreja Católica aparece sorridente e cercada de adolescentes em revista que será distribuída na Jornada Mundial da Juventude, projeto de iniciativa de seu antecessor, o Papa João Paulo II (1920-2005).
A Jornada Mundial da Juventude rola em Madri, na Espanha, entre 16 e 21 de agosto, reunindo cerca de 300 mil pessoas para acompanhar 100 espetáculos de todo o mundo. Seis atrações brasileiras estão confirmadas no evento: Rosa de Saron, Dominus, Irmã Kelly Patrícia, Márcio Cruz, Ministério Eucarístico e Comunidade Católica Shalom.
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OS MAIS VENDINDOS NOS eua...
Fevereiro foi um mês histórico para o mercado direto dos EUA: o título mais vendido teve a tiragem mais baixa desde 2001. Green Lantern 62, que encabeçou a lista, vendeu apenas cerca de 71.517 exemplares. Segundo análise do site ICV2, o alto preço das graphic novels lançadas naquele mês, o atraso nas grandes sagas e o número maior de pedidos de revistas de meses anteriores gerou uma espécie de "efeito de cauda longa".
Apesar de a DC Comics ter dominado o Top 10 de fevereiro - além de Lanterna Verde também apareceram Brightest Day 19 e 20, Batman & Robin 20, Batman 707 e Flash 9 (um prelúdio da saga Flashpoint), a Marvel Comics manteve o market share ao ocupar 16 posições entre os Top 25, sendo Avengers 10 e Fantastic Four 588 (último número da série) suas revistas mais vendidos.
Os títulos do Homem-Aranha e X-Men brigaram pelas colocações de 11 a 20, com Thor e Capitão América fazendo uma guerra particular pelas posições entre 21 e 30. The Walking Dead, líder de vendas da Image Comics, foi a HQ autoral mais vendida de fevereiro no seu número 81, ocupando a 45ª posição e deixando para trás uma horda de títulos da Marvel e DC.
A revista True Blood - Tainted Love 1, da IDW, foi o título licenciado mais vendido e o segundo fora do eixo Marvel/DC a aparecer no chart de vendas, ocupando a 91ª posição. Já a nova "justiceira" de Garth Ennis na Dynamite Entertainment, Jennifer Blood, apareceu na 104ª após Spawn 202 na 96ª.
Entre as graphic novels e encadernados, quem encabeçou a lista foi a coleção da minissérie Batman - Return of Bruce Wayne, seguida pela sensação independente Morning Glories, da Image (cuja primeira coleção foi ajudada por um preço convidativo de US$ 9,99), o 50º volume de Naruto (da editora Viz), o 9º de DMZ (ZDM no Brasil - DC/Vertigo), a versão de capa dura de Nemesis de Mark Millar (Marvel/Icon) e um belo sexto lugar para Daytripper, minissérie dos irmãos brasileiros Gabriel Bá e Fabio Moon (DC/Vertigo - que também encabeçou a lista de bestsellers do jornal NY Times), seguido por outro título autoral, Scalped (também da Vertigo).
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