segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Uma lenda Americana O Desenhista George Perez.
um dos desenhista amrecianos de maior sucesso.O renovador da Mulher Maravilha,ficou famoso nos anos 80,desenhando para a marvel Os vingadores,o sucesso veio na Dc com os novos titãs,e seu auge com a reformulação com o parceiro de trabalho Marv Wolfman,na mulher maravilha. Sem dizer na fabulosa Crisses na Infinitas Terras.Conheça melhor ele neste video e seu estilo único.
SPAWN VOLTA EM DESENHO ANIMADO-
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| Clique nas imagens para amplia-as |
Nós todos sabemos que foi por algum tempo, mas Todd McFarlane assegurou MTV que pretende trazer "Spawn" volta ao mundo animado ainda estão materializando e submetidos a animação de vários testes e tecnologia através de diferentes estúdios.
A principal coisa McFarlane assegurou a todos que a nova série ainda será para o público adulto e conterá tons escuros a velha e histórias.
"Estamos gongo para uma rede de cabo, e esse é o seu pão e manteiga." "Eles querem coisas que não é o que você pode encontrar no ABC, NBC e CBS", acrescentou. "Eles abrangidos nesse campo. Temos agora uma área em que podemos realmente mostra que ter um pouco mais corajosos, um pouco mais escura, um pouco mais ousado."
"Os três anos [que 'Spawn'] estava na HBO, ganhou um Emmy - dois deles. - por várias razões Vão '. Dá-nos o que você está fazendo Você sabe o que' está fazendo, basta trazê-lo aqui e não colocá-lo em seu canal, colocá-lo no meu canal. Então eu não acho que vai ser um problema uma vez ficamos para baixo. "
sábado, 12 de fevereiro de 2011
mACUMBINHA MODERNA---RECEITA PARA CONSEGUIR AMIZADE VERDADEIRA!
Se você procura uma amizade verdadeira vou dar uma macumbinha otima para conseguir muitas amizades.
- Se possivel tenha um bom emprego.
- Melhor se for um cargo de confiança.
- Um bom salario.
- Uma conta razoavel no banco.
- Tenha um carro ninguém gosta de andar a pé,não é mesmo.
- Tenha uma casa bem imobilhada,pode ser simples.
- Se vista bem.
- Ande sempre com o bolso com uma carteira com dinheiro e cartões de cretidos.
- Dê sempre uma festa sem motivo algum ,só para reuinir todos.
Seu celular não ria para para saber onde esta,como esta.
Será sempre chamdo para ser padrinho.
Não faltará festa para ir,pois você é a alegria de todos.
Agora...
se você não possui tudo isto,espere que aquele que você achava um chato,nem gostava de ver,mal trocava algumas monossilabas;vim lhe estender a mão.
Parabéns.
Encontrou em sua caminhada uma amizade verdadeira.
mode mascolina-ESTILO MASCOLINO DE ROUPA PARA FICAR NA MODA.
Achei alguns modelos marcolinos que qualquer um pode usar e fazer seu proprio estilo.
São apenas ideias,mas cai legal e elegante...(clique na imagem para amplia-la)
São apenas ideias,mas cai legal e elegante...(clique na imagem para amplia-la)
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
QUADRINHOS DIGITAL UMA NOVA:ERA
Indústria de quadrinhos reforça aposta no meio digital
Enquanto o mercado editorial discute o fim do livro em papel, a indústria de quadrinhos têm a mesma preocupação com os gibis.
Representantes de Hong Kong aproveitam o festival internacional de HQs de Angoulême, na França, para promover o aplicativo Hong Kong Comics, uma das promessas para o futuro do mercado de quadrinhos do país (estimado em 600 milhões de dólares de Hong Kong).
O produto, que permite a leitura de gibis em iPads, foi lançado no dia 11, e a versão em inglês está prevista para fevereiro.
O evento em Angoulême é o mais importante do mercado franco-belga e dedica um de seus pavilhões aos negócios de licenciamento.
Editoras de todo o mundo encontram aqui um cardápio vasto, no país que publicou 5.165 HQs em 2010.
APOSTA
Enquanto negócios são fechados para a publicação de títulos em papel durante a feira, lançamentos como o Hong Kong Comics mostram que a indústria começa a apostar nos meios digitais.
A americana Marvel já tinha apontado esse caminho em abril de 2010, quando lançou um aplicativo para a leitura das aventuras de personagens icônicos como o Homem-Aranha e os X-Men. A DC (Batman), também dos EUA, fez o mesmo em junho.
O mercado norte-americano movimentou US$ 680 milhões em 2009, com previsão de queda de 12% em 2010, segundo o iCv2, que monitora as vendas de gibis no país.
"As vendas começaram a cair nos anos 90, conforme os meios digitais se tornaram o principal veículo de entretenimento", diz Thomas Tang, diretor da HKCAF (federação de Hong Kong de HQs e desenhos animados) -instituição que propôs e desenvolveu o aplicativo.
O projeto teve incentivo do governo, que investiu 2 milhões de dólares de Hong Kong nele.
"As gerações atuais estão mais acostumadas a apertar botões do que a virar páginas", afirma Tang.
Segundo a associação, o Hong Kong Comics teve 15 mil downloads nos três primeiros dias, com acesso vindo de 48 países diferentes.
O sucesso é semelhante àquele dos aplicativos norte-americanos. O produto da Marvel para a leitura de HQs em iPads é hoje o 7º aplicativo mais baixado nos EUA, na categoria de livros.
O aplicativo de Hong Kong destina entre 28% e 42% dos lucros para as editoras e entre 28% e 42% para a HKCAF. Os 30% restantes são gastos com a distribuição do aplicativo via iTunes
Representantes de Hong Kong aproveitam o festival internacional de HQs de Angoulême, na França, para promover o aplicativo Hong Kong Comics, uma das promessas para o futuro do mercado de quadrinhos do país (estimado em 600 milhões de dólares de Hong Kong).
O produto, que permite a leitura de gibis em iPads, foi lançado no dia 11, e a versão em inglês está prevista para fevereiro.
O evento em Angoulême é o mais importante do mercado franco-belga e dedica um de seus pavilhões aos negócios de licenciamento.
Editoras de todo o mundo encontram aqui um cardápio vasto, no país que publicou 5.165 HQs em 2010.
APOSTA
Enquanto negócios são fechados para a publicação de títulos em papel durante a feira, lançamentos como o Hong Kong Comics mostram que a indústria começa a apostar nos meios digitais.
A americana Marvel já tinha apontado esse caminho em abril de 2010, quando lançou um aplicativo para a leitura das aventuras de personagens icônicos como o Homem-Aranha e os X-Men. A DC (Batman), também dos EUA, fez o mesmo em junho.
O mercado norte-americano movimentou US$ 680 milhões em 2009, com previsão de queda de 12% em 2010, segundo o iCv2, que monitora as vendas de gibis no país.
"As vendas começaram a cair nos anos 90, conforme os meios digitais se tornaram o principal veículo de entretenimento", diz Thomas Tang, diretor da HKCAF (federação de Hong Kong de HQs e desenhos animados) -instituição que propôs e desenvolveu o aplicativo.
O projeto teve incentivo do governo, que investiu 2 milhões de dólares de Hong Kong nele.
"As gerações atuais estão mais acostumadas a apertar botões do que a virar páginas", afirma Tang.
Segundo a associação, o Hong Kong Comics teve 15 mil downloads nos três primeiros dias, com acesso vindo de 48 países diferentes.
O sucesso é semelhante àquele dos aplicativos norte-americanos. O produto da Marvel para a leitura de HQs em iPads é hoje o 7º aplicativo mais baixado nos EUA, na categoria de livros.
O aplicativo de Hong Kong destina entre 28% e 42% dos lucros para as editoras e entre 28% e 42% para a HKCAF. Os 30% restantes são gastos com a distribuição do aplicativo via iTunes
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Coréia e seus quadrinhos- Lá também tem quadrinhos.
Coréia e seus Quadrinhos
A história da Coréia no século XX, quando aparecem os primeiros quadrinhos impressos nos jornais, é pontuada por grandes períodos de opressão política e repressão da impressa. Até 1945, por exemplo, eles estavam sob o jugo vergonhoso do imperialismo japonês, que controlava firmemente todo tipo de expressão, e em especial à que, dentro dos manhwas, tentou se opôr à ocupação nipônica. Depois do fim da Segunda Guerra o país foi dividido entre a órbita americana (República da Coréia – ou Coréia do Sul) e a influência soviética (República Popular Democrática da Coréia – ou Coréia do Norte). Esse foi o inicio da guerra entre as duas Coréias, e apesar de seus dirigentes terem recentemente se encontrado para negociações, a indignação pelas atrocidades do conflito ainda não foi esquecido em ambos os lados. Mas sigamos ao que interessa e vamos à Coréia do Sul. Veio a liberdade para a criação de revistas que publicam as séries de manhwa, e nos anos seguintes se iniciaria a sua própria autonomia para publicação de revistas especializadas. As tropas norte-coreanas invadiram em 1950 a Coréia do Sul. Neste período surge o
Sunjeong, manhwas para garotas, e o Ttakji, manhwa em que o enredo se passa no Ocidente. Os Ttakji falavam sobre aventuras de piratas e lugares fantásticos, trazendo aos coreanos a fantasia para fugir do difícil periodo que estavam passando. Mas nada era um mar de rosas. O presidente coreano Sygman Rhee marcou presença com seu autoritarismo e a censura não tardou a aparecer quando a propaganda de guerra se infiltrou nos quadrinhos. Com o país destruído, sua produção foi severamente afetada. Depois do armistício, os manhwas, lojas e livrarias voltaram a crescer. Foi nesse momento de dinheiro curto que surgiram as manhwabangs, aonde se locavam quadrinhos por hora a um preço baixo. Elas eram constituidas de pequenas editoras que forneciam as revistas de manhwa. Isso foi uma das estrategias mais importantes no mundo dos quadrinhos coreanos para dar acesso as pessoas a leitura dos quadrinhos e foi fundamental na formação das editoras que publicariam as grandes revistas do mercado.
Paralelamente à nossa história, em 1961 a Coréia do Sul sofre um golpe militar pelo general Park Chung-Hee, quando o governo toma o controle total sobre o país e passa a ter em suas mãos o monopólio das editoras. Qualquer atividade
política era proibida, porém vários artistas começaram a publicar histórias datadas no periodo medieval coreano para conseguirem críticar a atual situação politica no país. Nos anos 70, enquanto no Japão as grandes mangakás dão à luz shojos importantes e as mulheres tomam o gênero em suas mãos, na Coréia os Sunjeong são proibidos de serem publicados.
Somente na década de 80 a redemocratização chegaria à Coréia, e é justamente neste período que os manhwas começam novamente a ressurgir – tendo seu grande “boom” no fim dos anos 90. Os Sunjeong, por exemplo, reapareceram nos últimos anos da década de 80 e se tornaram o gênero mais popular de quadrinhos exportados pelos coreanos.
A história da Coréia no século XX, quando aparecem os primeiros quadrinhos impressos nos jornais, é pontuada por grandes períodos de opressão política e repressão da impressa. Até 1945, por exemplo, eles estavam sob o jugo vergonhoso do imperialismo japonês, que controlava firmemente todo tipo de expressão, e em especial à que, dentro dos manhwas, tentou se opôr à ocupação nipônica. Depois do fim da Segunda Guerra o país foi dividido entre a órbita americana (República da Coréia – ou Coréia do Sul) e a influência soviética (República Popular Democrática da Coréia – ou Coréia do Norte). Esse foi o inicio da guerra entre as duas Coréias, e apesar de seus dirigentes terem recentemente se encontrado para negociações, a indignação pelas atrocidades do conflito ainda não foi esquecido em ambos os lados. Mas sigamos ao que interessa e vamos à Coréia do Sul. Veio a liberdade para a criação de revistas que publicam as séries de manhwa, e nos anos seguintes se iniciaria a sua própria autonomia para publicação de revistas especializadas. As tropas norte-coreanas invadiram em 1950 a Coréia do Sul. Neste período surge o
Sunjeong, manhwas para garotas, e o Ttakji, manhwa em que o enredo se passa no Ocidente. Os Ttakji falavam sobre aventuras de piratas e lugares fantásticos, trazendo aos coreanos a fantasia para fugir do difícil periodo que estavam passando. Mas nada era um mar de rosas. O presidente coreano Sygman Rhee marcou presença com seu autoritarismo e a censura não tardou a aparecer quando a propaganda de guerra se infiltrou nos quadrinhos. Com o país destruído, sua produção foi severamente afetada. Depois do armistício, os manhwas, lojas e livrarias voltaram a crescer. Foi nesse momento de dinheiro curto que surgiram as manhwabangs, aonde se locavam quadrinhos por hora a um preço baixo. Elas eram constituidas de pequenas editoras que forneciam as revistas de manhwa. Isso foi uma das estrategias mais importantes no mundo dos quadrinhos coreanos para dar acesso as pessoas a leitura dos quadrinhos e foi fundamental na formação das editoras que publicariam as grandes revistas do mercado.Paralelamente à nossa história, em 1961 a Coréia do Sul sofre um golpe militar pelo general Park Chung-Hee, quando o governo toma o controle total sobre o país e passa a ter em suas mãos o monopólio das editoras. Qualquer atividade
política era proibida, porém vários artistas começaram a publicar histórias datadas no periodo medieval coreano para conseguirem críticar a atual situação politica no país. Nos anos 70, enquanto no Japão as grandes mangakás dão à luz shojos importantes e as mulheres tomam o gênero em suas mãos, na Coréia os Sunjeong são proibidos de serem publicados.Somente na década de 80 a redemocratização chegaria à Coréia, e é justamente neste período que os manhwas começam novamente a ressurgir – tendo seu grande “boom” no fim dos anos 90. Os Sunjeong, por exemplo, reapareceram nos últimos anos da década de 80 e se tornaram o gênero mais popular de quadrinhos exportados pelos coreanos.
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