quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Religião não se discute!

Oi gente!
Ja imaginou um encontro com umbandistas,evagelicos,catolicos,camdobrecista,astrologo,cartomante,tudo junto numa mesma sala.
Se você esta pensando que é discução,briga etc...este povo tudo reunido num só lugar.
Errou feio!
Isto acontece todo o final de ano,quando alguém esta doente,ou um problema de familia.
Ali reune todos.Cada qual respeitando a religião do outro.
E cada um indo visitar a todos,isto acontece quando um precisa vai atras do outro para pedir ajuda ou conselho.
Onde isto acontece ?
Esta harmonia de paz.Aqui em casa.
To colocando este post para mostrar que o amor ao proximo é em primeiro lugar,sem brigas,sem discurção.
Só tem um problema.
Quando cada um vem para ajudar.Meu deus,é mas de horas rezando,macumbando tirando a sorte,energizando..ect...
E o bonito é que cada um participa do culto do outro na mas perfeita e respeitoza hamonia.
Por isto eu posso dizer: melhor escrever sobre relegião sem preconceito.ou cara feia.
Pois aprendemos que "Deus esta em todos os momentos em todos os lugares,mesmo que mude suas falas,o que importa é a fé que carregamos dentro de nós.

Fazer a barba sem irritar a pele usando lâmina ou barbeador

Coloquei esta dica pois ´so vejo dar dicas para as mulheres e esquecem dos homem. Valeu gente!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Ao morto,todas as honras...e nenhuma atenção!

Tirei esta postagem do blog: Angel Blog.
 
Velório é uma cerimônia fúnebre em que o caixão do falecido é posto em exposição pública para permitir que parentes, amigos e outros interessados possam honrar a memória do defunto antes do sepultamento.

Foi isto o que encontrei quando procurei a definição da palavra Velório.
Honrar a memória inclui contar piadas e fazer fofocas?

Não sou adepta de certas formalidades, de certas obrigações sociais. Pelo contrário, fujo delas sempre que posso e quanto a ir a um velório, sempre pude, até três dias atrás.

Não tenho nada contra, nem medo, nem nada, só acho besteira esse encontro que poderia ter acontecido quando ainda todos estavam vivos e bem.
Como dizem, fiquei passada.

Era noite, me preparei para a cerimônia, já pronta pra chegar no local e rezar pelo morto, afinal, nunca participei ativamente de um velório, mas em minha cabeça, quando se vai lá, dever-se-ia fazer preces e silêncio.

Qual não foi minha surpresa quando ao chegar, fui recebida com certa alegria. Ninguém chorava, ninguém rezava, ninguém velava o morto.
O conversê era geral.

Ocupei um lugar próximo à viúva, pois me pareceu mais oportuno e menos barulhento. Ledo engano. A conversa também corria solta e o que é pior, com cheiro de cana.

Num dado momento, a conversa se voltou pro meu lado e pro lado do meu marido. Uma senhora, que não posso dizer distinta, puxou uma conversa com meu marido e, eu que me encontrava desafortunadamente entre eles, recebi todo o bafo de cachaça possível numa madrugada fúnebre.

Um outro interessado, que se sentava do outro lado da sala, passava pelo mesmo infortúnio. Pois ele tentava prestar atenção na conversa do marido desta senhora não tão distinta assim, mas que parecia ter entornado mais que a própria.

Meu estômago revirava, afinal, quatro da manhã e eu não tinha me preparado pra esta tragédia. Arrumei uma desculpa e deixei meu marido a sós com a tal senhora. Fui respirar um pouco e me sentei perto de outros membros da família.

E parentes continuam chegando.
Resolvi tentar entender aquele circo.

Chega uma moça, que não reconhece seu primo e passa sem ao menos dizer boa noite. Apenas balançou a cabeça com um sorriso amarelo. Seu irmão, que parecia mais antenado, cumprimentou a todos os que conhecia e aos que não tinha muita certeza de conhecer. Mas, cumpriu o protocolo da boa educação.

E entra outro primo que também cumprimenta um, pula outro e assim vai, cumprimentando que lhe desse na telha.

Eu ali era um peixe fora d’água. As vezes que tentei fazer uma oração, fui interrompida com alguma gracinha ou piada. E o pior... tinha de rir, pois eram procedentes de membros da família do morto.

E as horas passavam, numa velocidade de tartaruga.

As piadas não acabavamm e quando percebi, já eram contadas por alguém que se colocou ao lado do caixão, numa distância aproximada do ouvido do morto, de 30 cm.

No local havia uma capela, com as portas fechadas. Afinal, já tinha dado pra perceber que se estivesse aberta, provavelmente, ninguém entraria ali, afinal, uma capela pede silêncio.

Ouvi da viúva que agora poderia passear e aproveitar mais a vida.
Nisso o dia já dava sinais de vida e o casal da cana, que eu nem vi sair, já voltava e ele conseguiu um bar aberto e voltava totalmente alegre e retumbante. Outros reclamavam do café, que estava muito doce.

A prima que não reconheceu o primo, volta e se desculpa. Aproveita depois pra ficar por perto e rindo muito. A mãe dela diz que a filha quando fica nevosa ri sem parar. Nervosa com que? Porque perdeu o tio? Nem ao menos reconheceu o primo, meu Deus!

Fui respirar em casa, tomar um café e voltar pro tal velório, que, no retorno, já estava bem mais divertido e interessante. Aí já se via crianças (acho um extremo mal gosto levar crianças e estes eventos) correndo e colocando moedas na máquina de refrigerantes e de salgadinhos.

Nenhuma prece, nenhum choro... NADA. Nada que indicasse que alguém estava ali pra homenagear o morto ou honrar sua memória.

Chegam outros primos, que preferiram dormir um pouco mais, afinal, num domingo, levantar cedo ou passar a noite ali, ninguém merece...

E mais uma prima que não cumprimenta ninguém. E um primo estranho, com cara de sono, que mais parecia ter saído de um filme de terror.
O riso já não era contido.

E eu, que tinha um conceito formado sobre um velório, vi que preciso me inteirar mais dessas reuniões, afinal, poderia esta pagando um mico por achar que ali fosse um lugar sério e que o silêncio, o respeito e a prece fossem necessários.
Que triste!

Quanta pobreza de espírito!
Enfim, pouco antes do sepultamento, um Senhor tomou a frente e resolveu fazer uma oração.

Aí, corre daqui, corre de lá, juntam-se filhos, netos e afins para participarem do ato solene. Juntam-se todos em volta do caixão e, finalmente, a viúva deixa cair alguma lágrimas.

Tudo acabado.
Segue-se até o cemitério, também chamado de “a última morada” por alguns. Enterra-se o corpo com certa pressa, afinal, um sol dos infernos queimava os miolos já amolecidos dos que ali se encontravam, loucos pra que tudo terminasse e, finalmente, irem pra casa aproveitar o almoço e a tarde de um típico domingo de primavera com cara de verão.

Conclusão?
Acho que peguei o bonde errado.
Acho que entendi a frase de uma música do Silvio Brito... “PAREM O MUNDO QUE EU QUERO DESCER”!!!

E foi assim.

Ah! Uma das pessoas que nem ao menos percebeu a minha presença, que passou por mim como se eu não existisse, no outro dia me pediu pra adicioná-la no Orkut...

Pelo tanto que escrevi, talvez poucas pessoas tenham paciência para chegar até o fim.

As poucas que conseguirem, vão se perguntar o porquê desta postagem.
Só posso dizer que foi mais uma experiência que mostrou que o ser humano está muito longe do aceitável e que, como dizia o personagem Gilmar da novela "Escrito nas Estrelas": Humanidade Podre!
 
(Pra mim isto é pura verdade,aconteceu no velorio do meu pai e em outros...)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Certas coisas a gente nem uma imagina.

Oi gente o nosso blog entra em ritimo de campanha.
A gente numca imagina o que pode acontecer conosco algum dia.
É pensamos que nunca iremos precisar de alguém,talvez até de um desconhecido,ou mesmo daquele que nem imaginamos um dia nós ajudar.
Ano passado precisei e foi desconhecidos que me ajudaram,um gesto de caridade,e principalmente amor ao proximo.
A estes desconhecidos devo minha vida.
E a equipe médica que me ajudou...foi um ano de batalha.Que agora esta no fim.Se Deus abençoar.
Por isto tudo peço a Deus que abenções a todos,que me doaram sangue.
Que fizeram teste de medula.Que deu seu tempo,largou seus avazeres para doar vida.
Meu muito Obrigado.
Aos meus próximos descolhecidos anjos de guarda.
Deus vos abençoe.
Por isto entro aqui,com minha parte na campanha.

Deus agradece....

Participe desse blog

Oi gente.
Que tal participar desse blog.
É so  mandar uma historia em quadrinhos no minimo 5 página.Pode ser colorido ou não.
Obs: Não mande desenhos a lápis.
Conto com vocêis.
Mande Também o nome de vocêis.
O Email é : andregold1@hotmail.com.
Participe.
Espero vossas colaborações.
Brigadão valeu gente.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O novo Homem Aranha- Filme 4

Gente adorei esta novidade o novo Homem-aranha é Andrew garfiel.Acho que o ator dos filmes do Homem-Aranha antes era umaito bobinho,bom ator,mas não servia pro papel.
Falando em Aranha,tem uma versão japonesa do heroi,que fica gigante que nem o Ultraman.
Além de ter um carro e se transforma em rôbo.
Versão japoneza

O primeiro Homem-Aranha do seriado

Ele quando fazia o papel titulo
Como diz o primeiro homem-aranha a gente nunca esquece ele foi o ator: Nicholas hammond,que também foi um dos garotinhos do filme classivo noviça rebelde. que gracinha né.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Minha vida inteira é um milagre.

 

"Minha vida inteira é um milagre. E assim é a sua. Isso eu sei com certeza.

Não importa quem você chegou a ser, se você queria alcançar algo ou se conquistou por "um acidente" (como fui rotulada por muitos anos), sua presença aqui na vida já é impressionante.

Eu posso não conhecer os detalhes de sua vida. Mas o que eu sei é que cada pessoa desenvolve sua própria história de esperança e tristeza, vitória e perda, a redenção, alegria e luz.

Todo mundo já teve a sua quota de lições de vida. Agora, se você aprendeu com elas, isto é com você.

Quando você opta por ver o mundo como uma sala de aula, você entende que todas as experiências estão aqui para lhe ensinar algo sobre si mesmo. E que a viagem da sua vida está prestes a tornar-se mais de quem você é. Outro milagre: Todos temos de participar na viagem.

As mais difíceis experiências são muitas vezes aquelas que nos ensinam mais. Digo isso tendo acabado de desligar o telefone com meus advogados discutindo como lidar com dois processos pendentes. A primeira pergunta que eu perguntei foi: "O que é realmente este caso e que eu deveria aprender com ele?" Só quando eu posso perceber qual é a verdadeira lição é que posso tomar a melhor decisão e crescer com a experiência.

Depois de tudo que aconteceu comigo em quase 57 anos na Terra, o que mais me orgulho é que eu permaneça aberta à evolução. Eu sei que cada encontro físico tem um significado metafísico. E eu estou aberta para ver tudo.

Eu quero continuar a fazer melhor e ser melhor no que eu sou até eu cumprir a promessa do milagre que é a vida."

 
Ameiii...Espero que gostem...